Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Exportação

Carnes à Rússia

Para aumentar embarque de carnes ao mercado russo, Brasil quer mesmo tratamento dado aos EUA e à Europa.

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Carnes à Rússia

O governo brasileiro vai brigar para que o governo da Rússia trate o País da mesma forma que faz com a Europa e os Estados Unidos – pelo menos nos aspectos comerciais. No início de outubro, a diplomacia brasileira vai pedir à Rússia o fim suas cotas para as exportações de carnes. O tema ainda será tratado durante a visita que o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, realizará a Moscou em outubro, acompanhando de empresários do setor de carnes. “Queremos ter o mesmo tratamento que Moscou dá para europeus e americanos”, afirmou o embaixador do Brasil na capital russa, Carlos Paranhos.
 
A ofensiva brasileira faz parte das negociações para a adesão da Rússia à Organização Mundial do Comércio (OMC). Há 17 anos o Kremlin negocia sua entrada na entidade e estipulou cotas para sua eventual liberalização do mercado, repartindo o consumo russo entre europeus e americanos, que há até poucos anos eram, de fato, os maiores fornecedores do produto. Apenas uma parcela menor da cota ficou com o Brasil. “Mas essa distribuição é fruto de uma relação do passado. Hoje, a realidade é outra”, disse Paranhos.
 
Apenas no setor de carne Suína, os dados oficiais mostram exportações brasileiras de US$ 1,2 bilhão em 2009. Para 2010, a previsão é chegar a US$ 1,45 bilhão, com mais de 570 mil toneladas vendidas para o exterior. “A posição do setor privado é exigir o fim da descriminação geográfica, isto é, queremos a mesma tarifa para todos – como, em tese, a Rússia assinou no memorando de entendimento com o Brasil em 2005”, afirmou o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto. Mas os objetivos brasileiros podem ser frustrados. Na semana passada, o governo russo anunciou que não acreditava estar pronto para a adesão à OMC, mesmo que o Kremlin e a Casa Branca tenham declarado em junho a intenção de acelerar o processo. Atualmente, a Rússia é a maior economia do mundo ainda fora da OMC.
 
Mas o país está sendo pressionado por americanos e europeus a abrir sua economia em setores estratégicos para a concorrência externa.

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