Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Exportação

Câmbio afeta exportação

Constante queda do dólar gerou impacto negativo em 2010, tornando ainda maiores os desafios para os produtores em 2011.

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A constante queda do dólar gerou forte impacto negativo nas exportações brasileiras em 2010, tornando ainda maiores os desafios para os produtores em 2011, principalmente para os de carnes e seus derivados. Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, em 2011, os mercados interno e externo de carne suína devem atingir 600 mil toneladas.

Esse resultado é abaixo do volume de 2009 (607,5 mil toneladas), mas pouco acima que em 2010, quando houve queda de 11,04% no volume embarcado ao mercado externo, que ficou em 540,4 mil toneladas.

A expectativa também é de crescimento, de 8,1%, para as exportações de carne bovina. A notícia é positiva, pois mesmo com o câmbio desfavorável, cada vez mais investimentos em tecnologia, rastreabilidade, controle sanitário e preservação ambiental, há oportunidade de exportar mais para atender o comércio mundial, que comprará 2,1% a mais de carne bovina, segundo projeções do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

As exportações brasileiras de couros e peles também estão sendo afetadas pela queda do dólar. Registraram US$ 141,1 milhões em janeiro deste ano, uma queda 12% em relação a dezembro, segundo cálculo do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

“Os números estão aquém das nossas expectativas, de um volume médio mensal de US$ 160 milhões em 2011. Além dos obstáculos como o problema cambial, ocorreu no último trimestre do ano passado uma redução nos abates, que também afetou o desempenho dos curtumes”, explica o presidente do CICB, Wolfgang Goerlich.

O impacto negativo do dólar não está apenas na queda nas exportações e no faturamento das empresas atingidas. “Os problemas do câmbio desfavorável já entraram na pauta permanente do setor, cujas companhias precisam constantemente rever seus indicadores e gestão, para manterem-se competitivas, produzindo cada vez mais e garantindo os empregos de todos os colaboradores e a sustentabilidade do negócio. E tudo isso seguindo as regras cada vez mais exigentes do mercado”, enfatiza o engenheiro Paulo Reimann, que preside as operações da Gelita na América do Sul, México e Estados Unidos, acompanhando a gestão de perto e participando ativamente das principais entidades do setor.

A empresa é a maior produtora mundial de gelatina e colágeno, responsável por cerca de 30% de toda a gelatina consumida no mundo.

O prejuízo causado pela queda do dólar no Brasil chega ainda ao Governo, que perde arrecadação com a queda nas exportações. O consumidor, que paga preços cada vez mais elevados, também não ficou de fora de fora desta conta.

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