Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Após queda de 5,6%, milho tem leve recuperação em Chicago

Cotações de soja e trigo voltaram a fechar em baixa

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Após queda de 5,6%, milho tem leve recuperação em Chicago

Depois de caírem 5,63% na sessão de ontem, os contratos futuros de maior liquidez do milho — atualmente os com entrega em julho — registraram leve alta nesta quarta-feira na bolsa de Chicago. A valorização foi de 0,69% (4,25 centavos de dólar), a US$ 6,245 o bushel. No caso dos papéis com entrega em setembro a alta foi de 1,11% (6 centavos de dólar), a US$ 5,4725 o bushel.

O milho vem de expressivas quedas nas últimas duas semanas após alcançar, neste mês, seu maior patamar em oito anos. “Alguns dizem que o milho chegou ao topo, e eu digo: de jeito nenhum!”, enfatizou à Dow Jones Newswires o analista Daniel Flynn, do Price Futures Group.

Segundo ele, a oferta global ainda está apertada, o que deve fazer os preços subirem novamente no curto prazo. “Com a safra da América do Sul não parecendo tão grande e os estoques de passagem enfraquecidos, não há muita margem para erro”, acrescentou.

A soja teve mais um dia de queda e se aproximou da faixa dos US$ 14 por bushel em Chicago. O contrato para julho, atualmente o mais negociado, recuou 0,55% (8,25 centavos de dólar), a US$ 15,035 o bushel.

O avanço acelerado do plantio nos EUA é o ponto de pressão do momento. Segundo Matheus Pereira, da Pátria Agronegócios, “sazonalmente, quando a safra tem um início saudável, esse período do ano é marcado por uma liquidação grande. Houve liquidação de muitas posições sobrecompradas”.

Pelo oitavo pregão seguido, o trigo fechou no campo negativo na bolsa de Chicago. O contrato para julho, vencimento mais negociado, caiu 1,22% (8 centavos de dólar), a US$ 6,485 o bushel. Na posição seguinte, para setembro, a baixa foi de 1,14% (7,5 centavos de dólar), a US$ 6,525 o bushel.

Segundo o Commerzbank, não há fundamentos que ajudem o cereal no momento, uma vez que as notícias apontam para uma boa oferta global. Ainda de acordo com o banco, informações de safra acima do esperado na União Europeia e colheita recorde na Índia fizeram pressão sobre as cotações nos últimos dias.

Ademais, o único suporte para o trigo, o milho — pois um pode substituir o outro na produção de ração animal —, também perdeu força nas últimas semanas no mercado internacional.

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