Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
Destaque Todas Páginas
Comércio Exterior

Espaço aberto para o agro brasileiro no Reino Unido

Comitê de Agronegócios da Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil vê grande potencial para aumento das exportações

Compartilhar essa notícia
Espaço aberto para o agro brasileiro no Reino Unido

Responsável atualmente por exportações da ordem de US$ 1 bilhão por ano ao Reino Unido, o agro brasileiro tem grande potencial para avançar naquele mercado, tendo em vista que os britânicos importam cerca de 40% dos alimentos que consomem e precisam garantir fontes variadas e confiáveis de suprimento, sobretudo depois de sua saída da União Europeia.

A constatação é de James Morh-Bell, presidente do Comitê de Agronegócios da Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil (Britcham), entidade com 105 anos de atuação, sede em São Paulo e filiais no Rio de Janeiro, em Minas Gerais e no Paraná – esta última, a mais ativa na busca de oportunidades para intercâmbios no campo.

Segundo ele, é possível para o Brasil tanto ampliar as vendas de produtos que já dominam a pauta exportadora, como carnes, frutas, soja, açúcar e café (cada um deles com embarques anuais de mais de US$ 100 milhões), quanto fortalecer a diversificação com itens como cacau em pó e algodão, entre outros.

Cooperação

Segundo ele, o Comitê de Agronegócios da Britcham pode colaborar para acelerar esse avanço e para promover mais acordos de cooperação e novos investimentos bilaterais. Morh-Bell destaca que a agricultura de baixo carbono pode ser foco de novos convênios, apoiada inclusive com financiamentos britânicos. “O Brasil não é um vilão ambiental. Há problemas que têm que ser resolvidos, mas a maior parte do agro do país é sustentável, e, nessa frente, os dois países podem estreitar laços, com o envolvimento da Embrapa”, afirma.

Investimentos James Morh-Bell realça que os britânicos já investem no Brasil em tecnologias voltadas ao agro, entre as quais as de monitoramento de lavouras por satélite, e em segmentos como genética animal, máquinas e serviços financeiros e seguros, mas que os aportes também podem crescer.

Com seminários, eventos e diálogo com os consulados e as embaixadas dos dois países, a Britcham, que criou seu Comitê de Agronegócios em meados deste ano, pretende colaborar para uma aproximação maior entre os dois mercados.

“Nosso foco está concentrado em alguns setores, e o agro é um deles. Vemos muito apetite entre as partes para incrementar os negócios bilaterais”, conclui Ana Paula Vitelli, presidente da Britcham. Atualmente, o comércio bilateral entre Brasil e Reino Unido soma cerca de US$ 6 bilhões, com superávit brasileiro.

Assuntos Relacionados
agronegócioBrasil
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343