Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Política

FPA repudia invasão do MST em área da Embrapa Semiárido em Petrolina (PE)

Frente parlamentar enfatiza a necessidade de ações sérias e decisivas tanto por parte do Executivo quanto do Legislativo

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FPA repudia invasão do MST em área da Embrapa Semiárido em Petrolina (PE)

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) manifesta repúdio à recente invasão promovida pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em uma área da Embrapa Semiárido, localizada em Petrolina (PE). Em comunicado, a bancada ruralista destaca que a invasão de terras é considerada um crime, conforme previsto na Constituição. Além disso, critica a estratégia de invadir terras do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e da Embrapa, o que, segundo eles, não apenas perpetua o crime, mas também evidencia a conivência do governo federal ao manter diálogos com o MST.

Para a FPA, a invasão não é apenas um atentado à propriedade privada, mas também um ataque aos direitos de todos os cidadãos brasileiros. A área em questão é de grande importância, sendo uma das preservadas e emblemáticas empresas brasileiras, conhecida mundialmente por sua excelência em pesquisa e tecnologia.

A Embrapa informou mais cedo que a área invadida foi finalmente liberada pelo movimento.

A frente parlamentar enfatiza a necessidade de ações sérias e decisivas tanto por parte do Executivo quanto do Legislativo, além da implementação de políticas públicas efetivas. Eles ressaltam que a reforma agrária deve ocorrer por meio de mecanismos legais de assentamento, e a pacificação no campo exige a adoção de políticas de qualidade, bem como ações contundentes. Caso o Executivo não se mobilize, a própria bancada ruralista e todos os que defendem o território nacional e a propriedade privada no Brasil irão buscar soluções no âmbito do Legislativo.

A FPA também defende que a lista de beneficiários potenciais da reforma agrária, a ser organizada pelo governo federal, não deve priorizar pessoas ligadas a invasões de terras.

Anteriormente, em suas redes sociais, o presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), classificou o ato como uma invasão com propósitos meramente políticos, destinada a enviar uma mensagem ao governo aliado do MST.

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