Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,92 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,12 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 177,83 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 189,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,46 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 195,36 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.217,19 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.093,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 212,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 191,00 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 182,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 184,52 / cx
Produção

CNA e Famato apresentam custos de produção da suinocultura em Mato Grosso

Circuito de Resultados do Projeto Campo Futuro reuniu produtores rurais em Sorriso (MT), na noite de quinta (28)

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CNA e Famato apresentam custos de produção da suinocultura em Mato Grosso

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) apresentaram os custos de produção da suinocultura na região e no país, durante o Circuito de Resultados do Projeto Campo Futuro, que reuniu produtores rurais e técnicos no Sindicato Rural de Sorriso, na quinta (28).

O evento foi promovido em parceria com o Sindicato Rural, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) e a Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat).

Na abertura, o diretor de Relações Institucionais da Famato, Ronaldo Vinha, destacou a importância de reunir os produtores para debater temas que fortalecem a suinocultura mato-grossense.

Em seguida, o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, ressaltou a relevância dos conteúdos abordados e enfatizou a importância da cooperação entre as entidades. Segundo ele, essa união é fundamental para oferecer mais suporte ao produtor e auxiliá-lo a conduzir sua atividade da melhor forma possível.

Palestras – A programação contou com palestras voltadas ao cenário econômico, à gestão de propriedades e à biosseguridade na suinocultura.

Giovanni Caetano, coordenador de Análise e Inteligência de Dados da Labor Rural, apresentou os resultados dos painéis do projeto Campo Futuro realizados em 2025 em Mato Grosso, com foco em suinocultores independentes e integrados (Unidades Produtoras de Leitão e Unidades de Terminação). Segundo ele, apesar da recuperação dos preços do suíno em 2025, o aumento dos custos de produção, sobretudo na suinocultura integrada, pressionou as margens.

Ainda assim, o assessor técnico da CNA, Rafael Ribeiro, afirmou que os resultados positivos representam uma melhora em relação aos anos anteriores, quando o cenário era predominantemente negativo.

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O coordenador de Não Ruminantes da Labor Rural, Paulo Paiva, conduziu a segunda palestra e ressaltou a importância da gestão de dados nas propriedades. Ele destacou que a coleta e análise de informações geram indicadores essenciais para o planejamento e a tomada de decisões.

Paiva também comparou os riscos das atividades independente e integrada: no modelo independente, o produtor assume integralmente os custos e riscos, mas pode obter margens mais altas em períodos de valorização. Já na integração, os custos e riscos são compartilhados com a indústria, que fornece nutrição, animais e garante a compra da produção.

Encerrando o ciclo de palestras, Kellem Lopes, coordenadora de Serviços Veterinários da Agroceres PIC, trouxe um enfoque técnico sobre biosseguridade. Ela falou sobre os impactos econômicos de surtos endêmicos e o papel do produtor na prevenção, além de destacar a robustez da defesa agropecuária brasileira e do Serviço Veterinário Oficial (SVO).

“O Brasil é reconhecido internacionalmente como livre das principais doenças que afetam a suinocultura mundial, como a Peste Suína Africana (PSA) e a Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos Suínos (PRRS), condição que fortalece o mercado interno e amplia oportunidades de exportação”, afirmou.

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Kellem reforçou ainda que a prevenção deve ser entendida não como custo, mas como investimento, já que surtos sanitários podem acarretar perdas totais de animais e dos recursos aplicados.

Saldo positivo – Rafael Ribeiro comemora afirmando que o evento atendeu às expectativas ao apresentar um panorama da atividade no estado, além de comparativos com outras regiões do país. Ele pontuou a importância de orientar os produtores sobre a correta utilização dos dados coletados.

“Mais do que mostrar os resultados, buscamos dar ferramentas para que o produtor saiba analisar os dados, transformá-los em indicadores e utilizá-los nas estratégias e decisões da atividade”, afirmou.

Segundo Ribeiro, os temas discutidos no encontro, sanidade animal e biosseguridade nas granjas, foram demandados pelos próprios produtores, escolhidos para o evento em função da relevância econômica e dos riscos associados a doenças que afetam o setor, como a influenza aviária e a peste suína africana.

“A sanidade é um ponto sensível e de grande impacto. Os produtores têm papel fundamental na adoção de medidas de biosseguridade, e o objetivo foi justamente trazer informações práticas de prevenção para reduzir riscos nas granjas”, explicou Ribeiro.

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