Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Internacional

Produtores dos EUA exigem blindagem do acordo com México e Canadá

A revisão do Acordo dos EUA com México e Canadá em 2026 mobiliza produtores em defesa das cláusulas de segurança jurídica

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Produtores dos EUA exigem blindagem do acordo com México e Canadá

A iminente revisão conjunta do Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA), agendada para julho de 2026, mobilizou uma frente unida entre o Congresso e as principais lideranças do agronegócio norte-americano. Em carta enviada ao Representante Comercial dos EUA (USTR), mais de 100 membros da Câmara, liderados pelo Congressional Agriculture Trade Caucus, alertaram para a necessidade de preservar a segurança jurídica do tratado, considerada vital para a sobrevivência econômica das fazendas familiares em um momento de pressão financeira.

O documento, endereçado ao embaixador Jamieson Greer, enfatiza que o acordo harmonizou regulamentações e eliminou barreiras técnicas, sendo o pilar que sustentou exportações agrícolas de US$ 176 bilhões em 2024. Os legisladores argumentam que a natureza vinculativa das disposições sanitárias e fitossanitárias do USMCA é o que garante o acesso aos mercados vizinhos. “Num momento em que os desafios econômicos ameaçam o sustento das fazendas familiares, os produtores precisam da segurança proporcionada pelo USMCA mais do que nunca”, destacaram os deputados na missiva de 20 de novembro.

O Peso do Comércio para Suínos e Lácteos

A preocupação é ecoada pelas entidades de classe. O Conselho Nacional de Produtores de Suínos (NPPC) reforçou que o setor exporta mais de 25% de sua produção total, tendo o México e o Canadá como primeiro e quarto maiores destinos, respectivamente. Para a suinocultura, o USMCA não apenas facilitou o fluxo comercial, mas eliminou a incerteza que pairava sobre essas relações. No setor de lácteos, Gregg Doud, CEO da Federação Nacional de Produtores de Leite, pontuou que o comércio isento de tarifas com o México, blindado pelo acordo, foi crucial para atender à demanda crescente do vizinho do sul.

Kenneth Smith Ramos, ex-negociador-chefe do México e atual consultor, projeta uma revisão complexa, mas descarta um colapso do tratado. Segundo ele, o cenário mais provável é uma negociação intermediária, onde pontos específicos e controversos sejam reabertos sem ameaçar a estrutura central do pacto. “Haverá turbulências, mas não prevemos uma queda de avião”, analisou Smith, reforçando que a manutenção do pacto trilateral é estratégica para a segurança alimentar e a rentabilidade do agronegócio em toda a América do Norte.

Referência: Pork Business

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