Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Inovação

Suinocultura 4.0: Como a Inteligência Artificial e o ChatGPT estão transformando a gestão nas granjas

Veja como a integração da Inteligência Artificial na Suinocultura 4.0 está mudando a forma de gerir granjas e aumentar a eficiência

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Suinocultura 4.0: Como a Inteligência Artificial e o ChatGPT estão transformando a gestão nas granjas

A revolução na suinocultura não virá de um novo fármaco, mas da capacidade de processar informação. A inteligência artificial (IA) deixou de ser exclusividade do setor de tecnologia e se tornou o novo “sistema nervoso” da agricultura moderna. Ferramentas como o ChatGPT e algoritmos de aprendizado de máquina estão permitindo que produtores prevejam necessidades do plantel, otimizem a nutrição e gerenciem equipes com uma precisão inédita, transformando a intuição do “olho do dono” em dados mensuráveis e acionáveis.

A aplicação prática da IA já é uma realidade em diversas frentes da produção de suínos nos EUA. Modelos preditivos analisam sons de tosse antes mesmo de surgirem sinais clínicos, identificam o cio das matrizes por meio de câmeras e ajustam automaticamente a ventilação e a umidade dos galpões em tempo real. Na nutrição, algoritmos cruzam dados de crescimento, clima e preço de insumos para formular a dieta de menor custo que atinja as metas de desempenho, gerando economia direta por tonelada de ração. O impacto é tangível: uma integradora americana reportou redução de 9% na mortalidade ao utilizar algoritmos de alerta precoce.

Longe de substituir o fator humano, a tecnologia amplifica a capacidade do produtor. O conceito de “copiloto digital” permite que veterinários e gerentes acessem resumos instantâneos de históricos sanitários ou relatórios de mercado complexos, liberando tempo para o manejo direto dos animais. Para quem deseja começar, especialistas sugerem a metodologia ‘DRIVE’: limpar os Dados, realizar testes-piloto (Run), capacitar especialistas Internos, garantir o envolvimento da liderança (VIPs) e Executar agora. A mensagem é clara: a IA não substituirá o suinocultor, mas o suinocultor que usa IA substituirá aquele que a ignora.

Referência: Pork Business

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