Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Biosseguridade

Novo status sanitário impulsiona exportações de suínos de Mato Grosso do Sul em 11%

Com o novo status sanitário, as exportações de suínos de Mato Grosso do Sul cresceram em receita e volume, movimentando o setor

Novo status sanitário impulsiona exportações de suínos de Mato Grosso do Sul em 11%

Segundo dados analisados pela Famasul, as exportações de carne suína in natura cresceram 11,76% em receita no acumulado de janeiro a novembro, totalizando US$ 49,2 milhões e 20,7 mil toneladas embarcadas. Esse novo status funciona como um “selo de qualidade”, ampliando a visibilidade do produto sul-mato-grossense no exterior.

O dinamismo do setor reflete-se também no ritmo da indústria. Somente em novembro, os frigoríficos do estado abateram 311,1 mil suínos, um aumento de 4,96% em relação ao mesmo mês de 2024. Esse volume evidencia a capacidade de resposta da cadeia produtiva local, que tem conseguido alinhar o aumento da oferta à demanda crescente e manter o fluxo de abastecimento ajustado às necessidades do mercado.

Para sustentar o acesso a compradores exigentes como Singapura, Filipinas e Emirados Árabes, a exigência técnica nas granjas aumentou consideravelmente. Fernanda Lopes, consultora técnica da Famasul, destaca que a profissionalização precisa ser contínua para honrar a certificação. Segundo ela, práticas rigorosas de biosseguridade deixaram de ser diferenciais para se tornarem pré-requisitos fundamentais para a manutenção da segurança sanitária do plantel.

Especialistas reforçam que o selo internacional atua como um facilitador comercial, mas não dita sozinho a valorização do produto. A consultora de economia Eliamar de Oliveira ressalta que o preço do suíno vivo é sustentado por um tripé: oferta equilibrada, demanda firme e exportações em alta. O status sanitário entra como um alicerce de confiança, garantindo que os canais de venda permaneçam abertos e impulsionando um ciclo de modernização que eleva a régua de qualidade de toda a suinocultura estadual.

Referência: Capital News

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