Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,48 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 153,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,47 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,09 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,18 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 143,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.529,62 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,18 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,01 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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Bem-Estar Animal

Fim das gaiolas convencionais: Ohio (EUA) implementa obrigatoriedade de gestação coletiva para suínos

Fim das gaiolas convencionais no estado de Ohio! Suinocultores agora devem adotar o sistema de gestação coletiva

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Fim das gaiolas convencionais: Ohio (EUA) implementa obrigatoriedade de gestação coletiva para suínos

Desde o dia 1º de janeiro, os suinocultores do estado de Ohio (EUA) operam sob um novo marco regulatório de bem-estar animal. Entrou oficialmente em vigor a norma do Código Administrativo que restringe severamente o uso de gaiolas de gestação.

A partir de agora, o confinamento em baias individuais só é permitido por períodos limitados após o desmame, especificamente para confirmação de prenhez e proteção do desenvolvimento embrionário inicial. A construção de novas instalações que não contemplem o sistema de baias abertas (gestação coletiva) está proibida.

Diferente de outros estados americanos que aprovaram mudanças abruptas via referendos populares (como a Proposição 12 da Califórnia), a transição em Ohio foi desenhada ao longo de uma década.

O modelo é defendido pelo setor como uma abordagem “baseada na ciência”, desenvolvida com a participação ativa de veterinários, zootecnistas e produtores. O objetivo foi permitir que as famílias de agricultores tivessem tempo hábil para planejar investimentos e adaptar o manejo sem serem forçadas a abandonar a atividade.

A base para essa transição foi consolidada quando os eleitores do estado aprovaram a criação do Conselho de Normas de Cuidados com o Gado de Ohio. Este órgão pioneiro estabeleceu o primeiro sistema estadual dos EUA fundamentado em evidências científicas para definir padrões de manejo, evitando decisões puramente políticas.

O resultado é uma regulamentação que equilibra o alojamento em grupo com a necessidade de intervenções clínicas, garantindo que produtores e veterinários tenham autonomia legal para isolar animais temporariamente quando questões específicas de saúde, segurança ou recuperação exigirem.

O Conselho de Suinocultura de Ohio destaca que a nova norma rejeita “políticas padronizadas” impostas por pressão de mercado externa, focando em soluções locais validadas por especialistas. Cheryl Day, vice-presidente executiva da entidade, enfatiza que o sistema prioriza o cuidado real com o animal.

“Nós nos preocupamos com nossos animais, com a segurança alimentar e com as comunidades onde produzimos”, resume a organização, reforçando o compromisso com uma produção ética e tecnicamente assistida.

Referência: Pork Business

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