Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
Destaque Todas Páginas
Exportação

Brasil supera o Canadá e se torna o 3º maior exportador mundial de carne suína

Descubra como o Brasil virou o 3º maior exportador de carne suína, superando o Canadá com crescimentos impressionantes em 2025

Compartilhar essa notícia
Brasil supera o Canadá e se torna o 3º maior exportador mundial de carne suína

A suinocultura brasileira amanhece com uma medalha de bronze no peito. Dados divulgados nesta quarta-feira (07) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) confirmam que o Brasil exportou 1,510 milhão de toneladas de carne suína em 2025, um recorde histórico que representa crescimento de 11,6% sobre o ano anterior.

Com esse desempenho, o país supera o Canadá e assume, pela primeira vez, o posto de terceiro maior exportador mundial da proteína.

O resultado foi impulsionado por um mês de dezembro fortíssimo, que viu os embarques saltarem 25,8% (137,8 mil toneladas). A receita anual acompanhou o ritmo, totalizando US$ 3,619 bilhões (+19,3%), evidenciando que o Brasil vendeu mais e melhor.

Outro ponto que merece destaque é a valorização do produto nacional no mercado externo. O fato de o crescimento da receita (19,3%) ter superado largamente o aumento do volume (11,6%) indica uma melhora significativa no preço médio da tonelada exportada.

Esse ganho de rentabilidade reflete a percepção de qualidade sanitária do Brasil, que se manteve livre das grandes crises de Peste Suína Africana (PSA) que afetaram concorrentes na Europa e na Ásia, tornando-se um “porto seguro” para compradores exigentes que buscam regularidade e segurança alimentar.

O grande destaque estratégico, porém, é a “troca de guarda” no topo da lista de clientes. As Filipinas consolidaram-se como o maior destino da carne suína brasileira, importando 392,9 mil toneladas (+54,5%) e desbancando a China, que reduziu suas compras em 33,9% (159,2 mil toneladas).

Ricardo Santin, presidente da ABPA, celebra essa mudança como a prova do sucesso da diversificação: o Brasil deixou de ser “China-dependente”, distribuindo volumes crescentes para mercados premium como Japão (+22,4%) e vizinhos como o Chile (+4,9%).

Referência: ABPA

Assuntos Relacionados
boletimSIBrasilCanadácarne suínaexportação
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343