Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,48 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 153,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,47 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,09 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,18 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 143,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.529,62 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,18 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,01 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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EUA lançam “Estratégia Nacional de Saúde Suína” para unificar combate a doenças

A Estratégia Nacional de Saúde Suína visa eliminar enfermidades endêmicas e melhorar a saúde suína nos Estados Unidos

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MSD Saúde Animal reforça liderança da Suinocultura com mudanças estratégicas no time

Cansados de perder produtividade e dinheiro para doenças endêmicas, os produtores norte-americanos lançaram uma ofensiva coordenada: a Estratégia Nacional de Saúde Suína (NSHS). A iniciativa, nascida de uma recomendação do Fórum Nacional da Indústria Suína de 2025, tem um objetivo ambicioso: deixar de apenas “conviver” com enfermidades como a PRRS (Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos Suínos) e o PEDv (Vírus da Diarreia Epidêmica) e passar a trabalhar ativamente para eliminá-las.

Liderada pelo Conselho Nacional da Indústria Suína (NPB) e pelo NPPC, a estratégia não cria novas burocracias, mas alinha as ferramentas poderosas que já existem, como o SHIC (Centro de Informações sobre Saúde Suína) e o SHIP (Plano de Melhoria da Saúde Suína). Após ouvir mais de 800 produtores e veterinários, o plano definiu cinco prioridades que vão desde a erradicação de patógenos circulantes até a blindagem contra Doenças Animais Exóticas (como a Peste Suína Africana).

A iniciativa marca também uma mudança cultural profunda na suinocultura norte-americana: o fim da “resignação”. Durante décadas, parte da indústria aceitou certas enfermidades como um “custo operacional inevitável”. Agora, com margens cada vez mais apertadas e a pressão global por eficiência, a tolerância zero contra patógenos tornou-se uma necessidade econômica.

O uso de sequenciamento genético rápido e a integração de dados sanitários entre vizinhos (biocontenção regional) serão as chaves para transformar essa estratégia em resultados de campo, reduzindo o uso de antibióticos e melhorando o bem-estar animal.

“Estamos tomando decisões ruins por falta de informação”, resumiu Scott Hays, produtor e diretor da Associação de Suínos do Missouri. A nova estratégia visa corrigir isso, garantindo que os dados de biossegurança e surtos sejam compartilhados e usados taticamente. Para o mercado global, isso sinaliza que a suinocultura dos EUA busca reduzir suas perdas sanitárias para recuperar competitividade em custo e volume a partir de 2026.

Referência: Farm Progress

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