Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Internacional

Rússia inicia exportação de suínos para a África e desafia liderança do Brasil

Entenda a estratégia da Rússia ao exportar suínos para a África e os obstáculos envolvidos nesta nova empreitada comercial

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Rússia inicia exportação de suínos para a África e desafia liderança do Brasil

A Rússia iniciou oficialmente sua ofensiva comercial para colocar carne suína no continente africano. O Grupo Talina, um dos gigantes do setor no país, enviou o primeiro lote para o Congo, marcando o início de uma estratégia de diversificação de mercados.

Em 2025, os russos exportaram 390 mil toneladas de carne suína (faturando US$ 1 bilhão), mas a África representou um traço estatístico de apenas 0,01% desse total.

Segundo a Agroexport (agência governamental russa), a expansão enfrenta obstáculos “naturais” severos. O Norte da África, logisticamente mais próximo, é majoritariamente muçulmano, vetando o consumo.

Já na África Subsaariana, o desafio é a infraestrutura: a cadeia de frio é precária, com riscos de perda de qualidade nos “últimos 200 km” devido a quedas de energia e falta de controle de temperatura. Além disso, o consumidor africano é extremamente sensível a preço.

O maior obstáculo, porém, tem nome e sobrenome: Brasil. A agência russa reconhece que enfrentará uma concorrência feroz dos brasileiros, que já dominam 27% das importações de carne suína do continente.

Mesmo assim, Moscou aposta no longo prazo. Com a população africana projetada para atingir 2 bilhões de pessoas até 2030 e a escassez local de água limitando a produção própria, a Rússia quer garantir seu “pé na porta” agora para colher frutos na próxima década.

Referência: Pig Progress

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