Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Internacional

Rússia inicia exportação de suínos para a África e desafia liderança do Brasil

Entenda a estratégia da Rússia ao exportar suínos para a África e os obstáculos envolvidos nesta nova empreitada comercial

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Rússia inicia exportação de suínos para a África e desafia liderança do Brasil

A Rússia iniciou oficialmente sua ofensiva comercial para colocar carne suína no continente africano. O Grupo Talina, um dos gigantes do setor no país, enviou o primeiro lote para o Congo, marcando o início de uma estratégia de diversificação de mercados.

Em 2025, os russos exportaram 390 mil toneladas de carne suína (faturando US$ 1 bilhão), mas a África representou um traço estatístico de apenas 0,01% desse total.

Segundo a Agroexport (agência governamental russa), a expansão enfrenta obstáculos “naturais” severos. O Norte da África, logisticamente mais próximo, é majoritariamente muçulmano, vetando o consumo.

Já na África Subsaariana, o desafio é a infraestrutura: a cadeia de frio é precária, com riscos de perda de qualidade nos “últimos 200 km” devido a quedas de energia e falta de controle de temperatura. Além disso, o consumidor africano é extremamente sensível a preço.

O maior obstáculo, porém, tem nome e sobrenome: Brasil. A agência russa reconhece que enfrentará uma concorrência feroz dos brasileiros, que já dominam 27% das importações de carne suína do continente.

Mesmo assim, Moscou aposta no longo prazo. Com a população africana projetada para atingir 2 bilhões de pessoas até 2030 e a escassez local de água limitando a produção própria, a Rússia quer garantir seu “pé na porta” agora para colher frutos na próxima década.

Referência: Pig Progress

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