Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Internacional

Javalis causam prejuízos de US$ 107 mil em lavouras na Geórgia (EUA) e exigem controle agressivo

Entenda como os javalis causam danos de US$ 107 mil em lavouras na Geórgia e a necessidade urgente de controle dessa espécie invasora

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Javalis causam prejuízos de US$ 107 mil em lavouras na Geórgia (EUA) e exigem controle agressivo

Não bastassem o clima e as doenças, os agricultores da Geórgia (EUA) enfrentam um inimigo de peso: os javalis (porcos selvagens). Um novo estudo da Universidade da Geórgia (UGA) revelou que esses animais, classificados como espécie invasora, são responsáveis por perdas anuais estimadas em US$ 107.000 apenas em danos diretos às lavouras de milho, algodão e amendoim em uma região monitorada.

A pesquisadora Justine Smith, autora do estudo, descreve a situação de forma alarmante: “Pense em um rato ou um coelho e na rapidez com que se reproduzem. Agora imagine isso em um mamífero de grande porte, sem predadores naturais”.

As populações “explodiram”, causando danos ambientais e financeiros que vão além da colheita perdida, incluindo a destruição da fauna e flora nativas.

O levantamento, que utilizou drones (sistemas aéreos não tripulados) para monitorar milhares de hectares durante dois verões, detalhou o modus operandi da destruição. Os animais não apenas consomem a produção; eles arrancam as sementes do solo antes da germinação, pisoteiam as plantas nos estágios iniciais de crescimento e chegam a causar prejuízos mecânicos ao roerem partes de equipamentos agrícolas.

O impacto foi severo em culturas estratégicas como amendoim, algodão e milho, essenciais para a economia do estado.

O estudo concluiu que o prejuízo só não foi maior devido aos esforços recentes de controle populacional (abate e captura). No entanto, a alta taxa de natalidade dos animais exige vigilância constante. O estudo alerta que os formuladores de políticas não podem “tirar o pé do acelerador” nas medidas de erradicação, pois a ausência de controle resultaria em devastação exponencial das áreas produtivas.

Referência: The Pig Site

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