Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Inovação

Canadá aprova suínos resistentes à PRRS e abre caminho para produção com menos antibióticos

A aprovação dos suínos resistentes à PRRS pelo Canadá revolucionará a produção suína com benefícios para saúde pública e ambiental

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Canadá aprova suínos resistentes à PRRS e abre caminho para produção com menos antibióticos

O Canadá deu um passo histórico na biotecnologia animal. O governo canadense, através do Ministério da Saúde (Health Canada), da Agência de Inspeção de Alimentos (CFIA) e do Ministério do Meio Ambiente, aprovou oficialmente o uso de suínos geneticamente editados resistentes à Síndrome Reprodutiva e Respiratória Suína (PRRS) para consumo humano e fabricação de ração.

A tecnologia, desenvolvida pela PIC (Genus PLC), modifica o DNA do animal para torná-lo imune a uma das doenças mais devastadoras da suinocultura global. Após análises rigorosas, os reguladores concluíram que a carne desses suínos é “tão segura e nutritiva” quanto a convencional, e que os animais não representam riscos ambientais.

Por não haver diferença nutricional ou de segurança, não será exigida rotulagem especial para os produtos derivados desses animais.

O impacto vai além da sanidade. Todd Wilken, diretor da PIC, destaca o viés de sustentabilidade: a PRRS hoje obriga o uso intensivo de medicamentos. “Pesquisas indicam que a doença aumenta a necessidade de antibióticos em mais de duas vezes. Combater a PRRS via genética reduzirá esse uso e melhorará o bem-estar animal”, afirma.

Uma pesquisa da Circana realizada no final de 2025 mostrou que 90% dos consumidores canadenses comprariam essa carne, motivados principalmente pela redução no uso de antibióticos.

Com essa decisão, o Canadá se junta a um grupo seleto que já autorizou a tecnologia para consumo, incluindo EUA, Brasil, Colômbia e Argentina. No entanto, a PIC ressalta que a aprovação regulatória não significa início imediato das vendas: a empresa aguarda a harmonização com outros parceiros comerciais para proteger o comércio global antes da distribuição em larga escala.

Referência: Pork Business

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