Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Internacional

Indústria alemã lança projeto para reduzir pegada de carbono na suinocultura

A Indústria alemã lança um projeto inovador para diminuir a pegada de carbono na suinocultura através de parcerias estratégicas

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Indústria alemã lança projeto para reduzir pegada de carbono na suinocultura

A processadora de carne Westfleisch, uma das principais cooperativas do setor na Alemanha, iniciou um projeto de pesquisa de três anos denominado InnovationPork, voltado à redução da pegada de carbono na produção de suínos.

O anúncio foi feito por Wilhelm Uffelmann, presidente do conselho da cooperativa, durante uma reunião informativa com produtores associados.

A iniciativa busca desenvolver soluções que permitam aos produtores reduzir o impacto ambiental das granjas sem comprometer a rentabilidade da atividade, integrando pesquisa científica e aplicação prática no campo.

Parceria entre indústria, pesquisa e genética suína

O projeto reúne diversos parceiros da cadeia produtiva e da área científica. Entre os participantes estão a empresa de nutrição animal Agravis e a organização internacional de genética suína Topigs Norsvin, além de duas empresas especializadas na comercialização de produtos suínos.

Institutos de pesquisa também participam da iniciativa, contribuindo com análises técnicas e desenvolvimento de metodologias. A coordenação operacional ficará a cargo de dois profissionais recém-formados da Westfleisch, responsáveis por acompanhar as atividades do projeto ao longo dos três anos.

Meta é reduzir emissões na cadeia produtiva até 2034

De acordo com a cooperativa, reduzir o impacto ambiental tornou-se uma prioridade estratégica para empresas do setor de carnes. Segundo Uffelmann, clientes da indústria estabeleceram metas ambientais cada vez mais exigentes, o que pressiona a cadeia produtiva a adotar medidas concretas.

A meta estabelecida pela Westfleisch é que os produtores que fornecem suínos para a cooperativa alcancem redução de 42,4% na pegada de carbono até 2034.

Segundo o dirigente, o setor precisa assumir protagonismo nesse processo, evitando a adoção de medidas impostas externamente que possam não ser viáveis na prática produtiva.

Projeto busca padronizar cálculos de pegada de carbono

Outro foco do InnovationPork é o desenvolvimento de modelos mais precisos para cálculo das emissões associadas à produção suinícola.

Atualmente, metodologias diferentes utilizadas ao redor do mundo podem gerar resultados bastante divergentes. Segundo a Westfleisch, os fatores de emissão podem variar entre 1,3 e 8,4 kg de CO₂ por quilograma de peso vivo, dependendo das premissas adotadas.

Com o desenvolvimento de modelos comparativos, o objetivo é garantir maior transparência e padronização nos cálculos, evitando distorções competitivas entre empresas que utilizam metodologias distintas para medir suas emissões.

Participação da carne suína nas emissões totais é limitada

Durante a apresentação do projeto, Uffelmann também contextualizou o impacto da alimentação nas emissões globais. Segundo seus cálculos, a pegada ecológica média anual de um indivíduo é de cerca de 10,4 toneladas de CO₂ equivalente.

Desse total, aproximadamente 15% estão relacionados à alimentação, enquanto menos de 1% corresponde ao consumo de carne suína, de acordo com os dados apresentados pelo executivo.

Referência: Pig Progress

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