Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Genética

Registro genealógico avança na suinocultura brasileira e supera 340 mil emissões em 2025

A suinocultura brasileira apresenta avanço significativo com 340 mil emissões em 2025 no Registro Genealógico dos Suínos

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Registro genealógico avança na suinocultura brasileira e supera 340 mil emissões em 2025

O Serviço de Registro Genealógico dos Suínos (SRGS), ligado à Associação Brasileira dos Criadores de Suínos, divulgou o Relatório SRGS 2025, documento que reúne dados e análises sobre a evolução do registro genealógico na suinocultura brasileira. Ao longo do ano, foram emitidos 340.762 registros, volume 20,83% superior ao contabilizado em 2024, indicando avanço na organização e no controle genético da produção nacional.

O desempenho reflete o fortalecimento da base genética do setor em um ambiente produtivo cada vez mais orientado por dados, eficiência produtiva e rastreabilidade, fatores considerados estratégicos para a competitividade da suinocultura.

Animais cruzados concentram maior volume de registros

De acordo com o relatório, os animais cruzados representaram a maior parte das emissões, respondendo por 59,33% do total registrado em 2025. Em seguida aparecem os puros de origem, com 37,05%, e os puros sintéticos, que corresponderam a 3,62% dos registros.

Entre as raças puras, destacaram-se Large White e Landrace, que lideraram as emissões ao longo do ano. Ambas são amplamente utilizadas em programas de melhoramento genético, desempenhando papel central na estrutura das linhagens maternas e paternas da suinocultura brasileira.

Santa Catarina lidera emissões de registros no país

No ranking por estado, Santa Catarina liderou o volume de registros emitidos em 2025, concentrando 32% do total nacional. Na sequência aparecem Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás, estados com forte presença de granjas comerciais e estruturas de melhoramento genético.

O relatório também aponta movimentação no fluxo internacional de material genético. Em 2025, o país registrou a importação de 1.063 suínos, reforçando a renovação e a diversificação das bases genéticas utilizadas na produção nacional.

Predominância de fêmeas reflete estrutura das granjas

Outro destaque do levantamento é a predominância de fêmeas entre os animais registrados, que representaram mais de 95% do total em 2025. Esse perfil está diretamente relacionado à organização das granjas e à estrutura das pirâmides genéticas, nas quais as matrizes desempenham papel central na multiplicação e disseminação das características produtivas.

A predominância também reflete o uso crescente de tecnologias reprodutivas, como as centrais de inseminação e produção de sêmen, que permitem ampliar o alcance genético de reprodutores selecionados.

Registro genealógico ganha importância estratégica

Segundo a diretora técnica da ABCS e superintendente do SRGS, Charli Ludtke, o relatório evidencia a relevância crescente do registro genealógico para a suinocultura brasileira.

De acordo com a especialista, ao reunir dados, tendências e análises do setor, o documento demonstra que “o registro genealógico é uma ferramenta estratégica para garantir transparência, confiabilidade e valorização genética. Em um mercado cada vez mais exigente, o registro se consolida como base para decisões técnicas, fortalecimento da produção e crescimento sustentável da suinocultura”.

Referência: ABCS

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