Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Prevenção

Roraima inicia testes em suínos para prevenir peste suína clássica

Ação faz parte de plano nacional e reforça vigilância sanitária no estado

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Roraima inicia testes em suínos para prevenir peste suína clássica

A Agência de Defesa Agropecuária de Roraima (Aderr) iniciou na última segunda-feira, 11, a etapa de sorologia de suínos em propriedades rurais do estado. A ação integra o Plano Estratégico Brasil Livre da Peste Suína Clássica, coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), e busca identificar se há presença do vírus da doença no rebanho suíno roraimense.

De acordo com a agência, Roraima não registra ocorrência da enfermidade. Mesmo assim, o procedimento é considerado essencial para garantir a segurança sanitária da suinocultura local e proteger a cadeia produtiva, segundo o presidente da Aderr, Marcelo Parisi. Ele destaca que, sem dados atualizados e ações contínuas de vigilância, não é possível assegurar oficialmente a ausência da doença no território.

O chefe do Programa de Saúde do Suíno da Aderr, Murilo Dias, reforçou o pedido para que os produtores permitam o acesso às propriedades. Segundo ele, a colaboração é fundamental para a realização do trabalho e para a proteção de toda a cadeia produtiva no estado e no país.

Durante a operação, serão coletadas amostras de sangue dos animais, que passarão inicialmente pelo Laboratório de Sanidade Animal (Lasan) da Aderr. Em seguida, o material será encaminhado ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), responsável pelas análises sorológicas.

A peste suína clássica, também conhecida como febre suína, é altamente contagiosa entre os animais, com grande capacidade de disseminação tanto em rebanhos domésticos quanto em populações asselvajadas. Apesar da gravidade para a produção animal, a doença não representa risco à saúde humana nem afeta outras espécies.

Ainda assim, os impactos econômicos podem ser expressivos. A enfermidade pode gerar perdas diretas aos produtores e impor restrições comerciais, comprometendo a participação do Brasil no mercado internacional de carne suína. De acordo com estimativas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), os prejuízos em caso de disseminação podem variar entre R$ 1,3 bilhão e R$ 4,5 bilhões, dependendo do cenário epidemiológico.

Fonte: Agência de Defesa Agropecuária de Roraima (Aderr)

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