Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Mercado Internacional

Entraves pós-Brexit pressionam exportações de carne suína britânica

Custos adicionais e burocracia reduzem competitividade no mercado europeu e afetam produtores e indústria

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Entraves pós-Brexit pressionam exportações de carne suína britânica

As barreiras sanitárias e fitossanitárias impostas após o Brexit continuam a impactar diretamente a suinocultura do Reino Unido, elevando custos e dificultando o acesso ao mercado europeu. Representantes da indústria apontam que, apesar do alinhamento entre as normas britânicas e da União Europeia, a burocracia e as exigências operacionais têm reduzido a competitividade das exportações, especialmente no segmento de carne suína.

Entre os principais entraves estão os certificados sanitários, aprovações veterinárias e procedimentos alfandegários, que passaram a gerar custos adicionais significativos por remessa. Para os exportadores, cada carga pode ter um acréscimo de até 3 mil libras, valor que pesa sobretudo sobre pequenas e médias empresas, muitas das quais reduziram ou interromperam as vendas ao bloco europeu.

Os reflexos já aparecem nos volumes embarcados. Desde 2019, as exportações britânicas de carne suína para a União Europeia caíram mais de um terço, em um movimento associado ao aumento das exigências e à perda de fluidez no comércio. Ao mesmo tempo, o setor agroalimentar acumula gastos elevados com certificações, que já somam centenas de milhões de libras desde a saída do bloco.

Para a cadeia suinícola, os custos são considerados improdutivos, já que não contribuem para ganhos de eficiência ou aumento da produção. Embora o setor tenha se adaptado ao novo ambiente comercial, a avaliação é de que as condições atuais permanecem menos favoráveis do que no período anterior ao Brexit.

Diante desse cenário, a indústria defende a adoção de um acordo sanitário e fitossanitário mais amplo entre Reino Unido e União Europeia. A medida é vista como essencial para reduzir a duplicidade de processos, diminuir os custos administrativos e agilizar o fluxo nas fronteiras, sem comprometer os padrões de biossegurança e qualidade.

A expectativa é de que avanços nesse tipo de negociação possam restabelecer parte da competitividade da carne suína britânica no mercado europeu e oferecer melhores condições para produtores e exportadores, que seguem pressionados pelo aumento dos custos e pela retração das vendas externas.

Fonte: Pig World

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