Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Internacional

Avanço da peste suína africana na Europa eleva risco e mantém setor em alerta no Reino Unido

Doença se aproxima do país e amplia preocupação com entrada do vírus, especialmente por ação humana e transporte ilegal de produtos

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Avanço da peste suína africana na Europa eleva risco e mantém setor em alerta no Reino Unido

O avanço da peste suína africana (PSA) em diferentes países europeus tem mantido o setor suinícola em estado de atenção. A doença já percorreu grandes distâncias no continente, atingindo nações como Bélgica, Itália, Suécia e Espanha, e continua se aproximando do Reino Unido, elevando o nível de preocupação com a possibilidade de entrada do vírus.

A Autoridade de Saúde Animal e Vegetal (APHA) classifica como médio o risco de introdução da doença por meio de animais vivos e produtos de origem animal. No entanto, esse cenário se agrava quando considerada a atuação humana, especialmente no transporte irregular de carne suína proveniente de áreas afetadas, situação em que o risco passa a ser avaliado como alto.

Especialistas alertam que não se pode descartar a hipótese de o vírus já estar presente no país. O volume crescente de apreensões reforça essa preocupação, como no caso recente de 14 toneladas de produtos ilegais interceptados em apenas uma semana no Porto de Dover. O episódio intensificou a pressão sobre autoridades para o fortalecimento das medidas de biossegurança.

Preparação busca reduzir impactos diante de risco crescente

Mesmo diante do avanço da doença, a avaliação do setor é de que ainda há margem para reduzir os riscos e conter possíveis impactos. O foco está no reforço das práticas de biossegurança dentro das propriedades e na preparação prévia para lidar com eventuais surtos.

Nos últimos anos, houve maior integração entre entidades da cadeia produtiva e órgãos governamentais, com o objetivo de alinhar protocolos e melhorar a comunicação em situações de emergência. A experiência com outras doenças sanitárias mostrou que falhas na comunicação podem ampliar os impactos e aumentar o estresse entre os produtores.

Outro ponto de atenção é o nível de biossegurança adotado nas granjas. Especialistas apontam que a suinocultura ainda apresenta padrões inferiores aos observados na avicultura, setor que avançou após enfrentar episódios recentes de gripe aviária.

A situação é ainda mais desafiadora em sistemas de criação ao ar livre, mais comuns no Reino Unido, onde o controle de acesso é mais difícil. Ainda assim, medidas como impedir a entrada de produtos de origem suína nas propriedades e reforçar a conscientização são consideradas essenciais para reduzir os riscos.

Com a PSA avançando pela Europa, o setor reforça a necessidade de agir antes que um eventual surto ocorra. O planejamento antecipado é visto como fundamental para garantir respostas mais rápidas e limitar os prejuízos sanitários e econômicos.

Fonte: Pig World

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