Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Mercado

Fim da cota chinesa pressiona 42 frigoríficos e reduz ritmo de abates

Empresas relatam dificuldade para realocar volume de carne bovina e adotam férias coletivas

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Fim da cota chinesa pressiona 42 frigoríficos e reduz ritmo de abates

O esgotamento da cota de importação chinesa de carne bovina deve afetar diretamente 42 frigoríficos brasileiros, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (2). O presidente da Abiec afirmou que a indústria não tem destino imediato para todo o volume que deixará de ser embarcado. A redução de competitividade já levou algumas unidades a concederem férias coletivas e diminuírem o ritmo de abates.

A perda da cota chinesa ocorre em momento de oferta elevada de boi gordo no mercado interno. Frigoríficos avaliam que a realocação para outros destinos enfrenta limitações de logística e de preço. O movimento deve pressionar as cotações do boi no curto prazo, especialmente em estados com maior concentração de plantas habilitadas para a China.

Paralelamente, o setor de piscicultura enfrenta risco adicional com a possível mudança na classificação tarifária da tilápia, que pode gerar perdas superiores a US$ 38 milhões. O cenário combina pressão de oferta doméstica com barreiras de acesso a mercados externos.

Da Redação

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