Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Sensores, robôs e IA avançam no processamento de carne suína

Tecnologias multissensoriais permitem maior precisão em cortes, desossa e controle de qualidade, aproximando frigoríficos de operações automatizadas e baseadas em dados

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Sensores, robôs e IA avançam no processamento de carne suína

A transformação digital dos frigoríficos está criando uma nova fase para o processamento de carnes. O conceito de Indústria da Carne 5.0 reúne robótica avançada, inteligência artificial, visão computacional e sistemas multissensoriais para tornar as operações mais precisas, eficientes e adaptáveis.

Um estudo publicado na revista Trends in Food Science & Technology, em janeiro de 2026, analisou as principais abordagens tecnológicas aplicadas à indústria de processamento de carne. O trabalho destaca o avanço de sistemas robóticos capazes de atuar em etapas tradicionalmente dependentes da habilidade manual dos operadores.

Intitulado “Meat Industry 5.0 – an analysis of technological approaches and robotic systems in the meat processing industry”, o estudo foi desenvolvido por Chiara André-Zarna, Katharina Simmen, Karl Helge Albretsen, Per Berg e Eirik B. Njaastad. Os pesquisadores avaliaram a integração entre sensores, automação e sistemas de tomada de decisão em tempo real.

Um dos principais desafios para a automação está na própria complexidade do processamento de carnes. No caso da carne suína, variações anatômicas, composição muscular e características físicas dos cortes exigem sistemas capazes de reconhecer diferenças entre as carcaças e adaptar os movimentos de processamento.

Nesse contexto, a combinação entre visão computacional, sensores e robótica amplia a capacidade das máquinas de identificar características do produto e executar operações com maior precisão. A inteligência artificial pode atuar na interpretação dos dados captados pelos sistemas, apoiando decisões durante o processamento e o controle de qualidade.

A evolução dessas tecnologias aponta para frigoríficos cada vez mais orientados por dados, nos quais equipamentos e sistemas digitais trabalham de forma integrada. O avanço, porém, depende da capacidade de desenvolver soluções que consigam lidar com a variabilidade natural das matérias-primas e com as condições específicas das linhas de processamento.

Leia a reportagem completa na Suinocultura Industrial.

Boa leitura.

 

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