Novas autorizações sanitárias abrem mercado chinês para subprodutos do setor suinícola e liberam embarques de carnes e derivados para o Caribe
Exportação
Brasil expande exportações de carne e miúdos suínos para a China e Antígua e Barbuda
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O setor suinícola brasileiro ganhou novas oportunidades no mercado internacional com a abertura de novos canais de exportação em Antígua e Barbuda e na China. As autorizações foram confirmadas pelas autoridades sanitárias dos países compradores e anunciadas oficialmente pelo governo brasileiro.
A medida amplia a inserção da carne suína do Brasil no exterior, permitindo tanto o fornecimento de cortes tradicionais quanto o aproveitamento de subprodutos de alto valor agregado.
Avanços para o Setor Suinícola
- Mercado Chinês: A China, principal destino das exportações de proteína animal do Brasil, autorizou a compra de miúdos internos, pele e ossos de suínos. A inclusão desses itens favorece o aproveitamento integral da carcaça e aumenta a rentabilidade dos frigoríficos brasileiros no comércio com o país asiático.
- Mercado Caribenho: Antígua e Barbuda deu aval para a entrada de carnes suínas, produtos cárneos processados e miúdos, diversificando os destinos comerciais da produção brasileira na região do Caribe.
Contexto Geral das Aberturas Comerciais
Além dos acordos voltados para a suinocultura, o comunicado oficial registrou o avanço de outros produtos do agronegócio nacional no exterior:
- Chile: Autorizou a importação de extrato de carne de ruminantes para consumo humano.
- Argélia: Liberto o acesso para grãos secos de destilaria (DDG) derivados de milho.
- Paraguai: Aprovou a entrada de fibra de coco produzida no Brasil para uso como substrato.
Da Redação, com informações do Mapa
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