Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Mercado

Preços do suíno vivo e da carcaça fecham setembro com a primeira alta do ano no Brasil

Consolidação da reação de preços ao longo do mês supera baixa do início de setembro; indústria intensifica compras com foco no início de outubro e no fim de ano

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Preços do suíno vivo e da carcaça fecham setembro com a primeira alta do ano no Brasil
O mercado brasileiro de suínos encerrou o mês de setembro registrando um marco importante para a atividade em 2026: a primeira valorização mensal no preço do suíno vivo e da carcaça desde o início do ano. O movimento confirma a trajetória de recuperação que vinha se desenhando na segunda metade do mês e supera o peso do recuo verificado nos primeiros dias de setembro. A alta da matéria-prima foi sustentada pela oferta mais enxuta e pela demanda aquecida, embora o mercado de cortes no atacado tenha fechado o mês com recuo nas cotações.
Fechamento de setembro (01/10): Virada nas cotações e apetite industrial
O fato do período: A reação contínua nos preços do suíno vivo ao longo de setembro confirmou o otimismo dos produtores e garantiu a primeira alta mensal do ano para a matéria-prima e para a carcaça, suportada por oferta ajustada e maior fluidez na indústria.
  • Primeira alta mensal em 2026: Após sucessivos meses de pressão e margens achatadas, os preços do suíno vivo e da carcaça fecharam setembro no campo positivo, consolidando a recuperação iniciada a partir da segunda semana.
  • Indústria em ritmo constante: Os frigoríficos mantiveram compras intensas e regulares para atender ao consumo doméstico e dar início à formação estratégica de estoques visando às festividades do quarto trimestre.
  • Desacoplamento nos cortes: Diferente do animal vivo e da carcaça, a média mensal dos cortes suínos registrou queda no atacado, sinalizando ajustes de margem na distribuição final.
  • Horizonte favorável para outubro: A combinação entre o pagamento de salários no início do mês e a demanda industrial aquecida para as festas de fim de ano projeta manutenção do fôlego nas cotações para a abertura de outubro.
Comparativo direto: A evolução do mercado suinícola (24/09 vs. 01/10)
Preços do suíno vivo e da carcaça fecham setembro com a primeira alta do ano no Brasil
A confirmação da primeira alta do ano para o suíno vivo consolida o processo de recuperação de preços no campo. Com a oferta enxuta e a indústria engajada na montagem das reservas para as festas de fim de ano, a expectativa é de que o ambiente permaneça favorável ao produtor no início de outubro, auxiliando na recomposição do poder de compra frente aos custos elevados da ração.
Da Redação, com informações do Cepea
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