Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Irregularidade das chuvas dita o ritmo do início do plantio da soja no Brasil

O início da safra de soja 2026/27 apresenta cenários opostos no país: a seca e as chuvas irregulares atrasam o plantio no Centro-Norte, enquanto o excesso de umidade e temporais no Sul ameaçam atrapalhar o trabalho das máquinas

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Irregularidade das chuvas dita o ritmo do início do plantio da soja no Brasil

O início da semeadura da safra de soja 2026/27 avança em ritmos contrastantes pelo país, impulsionado pela distribuição heterogênea das precipitações e pelos níveis variados de umidade no solo. Se por um lado a presença de chuva impulsiona as operações nas regiões do Centro-Sul, por outro, os agricultores do Centro-Norte vivem um momento de cautela devido à escassez hídrica necessária para a consolidação das lavouras.

Conforme analisa a meteorologista Patrícia Cassoli, da Ampere Consultoria, o contraste é evidente: a umidade beneficia os campos do Centro-Sul, ao passo que a oscilação nas chuvas no Centro-Norte exige monitoramento constante para assegurar a germinação da cultura.

No Paraná, as precipitações das últimas semanas melhoraram a reserva hídrica do solo, acelerando os trabalhos de campo. Contudo, a constância e o volume alto das chuvas acendem o alerta para a diminuição do tempo hábil das máquinas operarem no terreno.

Já em Mato Grosso, líder nacional na produção de soja, a semeadura em áreas de sequeiro caminha a passos lentos. A falta de regularidade nas chuvas e os baixos índices de umidade em pontos chave do estado impõem limites ao progresso do cultivo. Especialistas da consultoria apontam que, embora ocorram avanços pontuais, o ritmo dos próximos dias dependerá de uma distribuição de chuvas mais uniforme para garantir o desenvolvimento saudável das sementes.

Perspectivas meteorológicas

Para a primeira metade de outubro, o quadro em Mato Grosso deve se manter incerto, com previsões de precipitações pontuais que não devem ultrapassar a marca de 40 milímetros, concentrando-se prioritariamente nas frações oeste e sul do estado.

Em contrapartida, o Paraná se prepara para fortes temporais e volumes acentuados de água, que podem ultrapassar os 100 milímetros.

Esse panorama divergente reforça os desafios do ciclo 2026/27: no Sul, o risco reside nos atrasos operacionais provocados pelo encharcamento da terra, enquanto no Centro-Norte, a urgência é por volumes hídricos mais consistentes que permitam a evolução do plantio.

Fonte: CNN.

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