Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Sanidade

Controle das doenças respiratórias começa pela biosseguridade e pela origem dos animais

Em artigo na Suinocultura Industrial, o pesquisador Marcos Morés, da Embrapa Suínos e Aves, aponta os fundamentos para reduzir perdas causadas por problemas respiratórios nas granjas

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Controle das doenças respiratórias começa pela biosseguridade e pela origem dos animais

As doenças respiratórias estão entre os problemas mais comuns da suinocultura intensiva e têm impacto direto na rentabilidade. Cerca de 50% das condenações de carcaças nos frigoríficos são causadas por lesões respiratórias (Coldebella et al., 2018), e a perda estimada nas granjas é de aproximadamente R$ 1.000 por fêmea alojada ao ano (Boeters et al., 2023). Os dados estão em artigo do pesquisador Marcos Antônio Zanella Morés, da Embrapa Suínos e Aves, publicado na edição 323 da revista Suinocultura Industrial.

Segundo o autor, essas doenças são frequentes por dois motivos: a alta densidade de animais nas granjas, que facilita a disseminação dos agentes infecciosos, e características do pulmão suíno que dificultam a eliminação de partículas das vias respiratórias.

Doenças multifatoriais

A maioria das enfermidades respiratórias resulta da combinação de agentes infecciosos com fatores de ambiente e manejo. No Brasil, o Mycoplasma hyopneumoniae e o vírus influenza são os agentes primários mais frequentes e abrem caminho para bactérias oportunistas, como Pasteurella multocida tipo A, Streptococcus suis e Glaesserella parasuis. O Actinobacillus pleuropneumoniae também se destaca como uma das principais causas de lesões pulmonares que levam à condenação de carcaças.

Como esses patógenos estão presentes na maioria das granjas, a doença só aparece quando há desequilíbrio entre a imunidade dos animais e a pressão de infecção. Por isso, o controle deve combinar medidas para fortalecer a imunidade e para manter a carga de infecção baixa.

Atenção à reposição e à mistura de lotes

Morés destaca que a maioria dos novos agentes infecciosos chega às granjas por meio de suínos portadores aparentemente saudáveis. Nas unidades produtoras de leitões, a recomendação é ter uma única fonte de animais de reposição, sempre de uma Granja de Reprodutores Suídeos Certificada (GRSC), e fazer a quarentena de forma correta. Nas creches e terminações, o ponto crítico é a mistura de origens na formação dos lotes. Quanto menos origens, menor o risco de contato entre animais portadores e animais sem imunidade, o que reduz a contaminação cruzada.

Leia o artigo completo na edição 323 da revista Suinocultura Industrial.

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