Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 149,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 155,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.563,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.503,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Sanidade vale US$ 14 por leitão e precisa ser preservada, diz José Piva, da PIC-USA

Em entrevista à Suinocultura Industrial, o diretor técnico compara Brasil e Estados Unidos e explica como crédito, informação de mercado e sanidade disciplinam a expansão do setor

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Sanidade vale US$ 14 por leitão e precisa ser preservada, diz José Piva, da PIC-USA

“Nos Estados Unidos, dificilmente um banco financia a ampliação da produção se o produtor não tiver um contrato que assegure a comercialização dos animais com um frigorífico.” A comparação é de José Henrique Piva, diretor técnico da PIC-USA, em entrevista publicada na edição 332 da revista Suinocultura Industrial.

Com mais de quatro décadas no sistema PIC e responsável pelo suporte técnico a 32 sistemas de produção em cinco continentes, que somam mais de 2,6 milhões de matrizes, Piva analisa o cenário de oferta elevada de carne suína no mundo. Para ele, o descompasso entre produção e demanda é típico de países que produzem em grande escala e exportam muito, como Brasil e Estados Unidos. Nos EUA, segundo Piva, variações de até cerca de 2% na produção em relação ao ano anterior costumam ser absorvidas sem grandes mudanças de preço. Acima disso, o impacto tende a ser maior.

Crescimento mais disciplinado

Na avaliação do entrevistado, a suinocultura americana cresce de forma mais lenta e controlada porque o crédito depende de contratos com frigoríficos e de 35% a 40% de capital próprio. Quando o preço melhora, parte importante dos investimentos vai para eficiência e sanidade, e não só para mais matrizes. Nos últimos seis anos, os EUA reduziram o plantel em mais de 600 mil matrizes e mantiveram o volume de carne produzida.

Piva também destaca o papel da informação de mercado. Nos EUA, os levantamentos regulares do USDA e o volume semanal de abate de matrizes de descarte ajudam a antecipar mudanças no rebanho, com reflexos entre 12 e 15 meses depois.

Vantagem sanitária brasileira

Para o diretor da PIC, a ausência de PRRS e PED no Brasil, somada ao menor custo da mão de obra, representa uma vantagem de cerca de US$ 14 por leitão desmamado em relação a outros grandes produtores. Em alguns sistemas americanos, de cada 100 leitões nascidos, só cerca de 65 chegam ao frigorífico. “Essa é uma vantagem que não pode ser tratada como definitiva ou garantida: exige atenção permanente à sanidade e à eficiência das granjas”, afirma.

Leia a entrevista completa na edição 332 da revista Suinocultura Industrial.

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