O país vai importar produtos mastigáveis desidratados de origem suína e bovina para cães e gatos; Bangladesh também abriu mercado para a genética bovina brasileira
Colômbia abre mercado para petiscos para pets feitos com subprodutos suínos do Brasil

O governo brasileiro concluiu negociações sanitárias que permitem exportar para a Colômbia alimentos para animais de estimação feitos com subprodutos suínos e bovinos, especificamente produtos mastigáveis desidratados. A abertura cria um novo destino para partes do suíno de menor valor no mercado interno, como orelhas, focinhos e peles, que podem ser processadas e vendidas como petiscos para pets.
Em 2025, a Colômbia importou mais de US$ 873 milhões em produtos agropecuários do Brasil, com destaque para café, produtos florestais e produtos de origem animal.
Na mesma rodada, Bangladesh autorizou a importação de embriões bovinos e bubalinos produzidos in vivo e in vitro, sêmen bovino e bovinos vivos para reprodução, o que amplia as oportunidades para a genética animal brasileira. O país asiático comprou mais de US$ 2,66 bilhões em produtos agropecuários do Brasil em 2025, principalmente açúcar e etanol, fibras, têxteis e produtos do complexo soja.
Leia também no Agrimídia:
- •Produtividade sustentou o agro por 25 anos, mas crédito caro deixou o setor exposto após a pandemia, aponta Cepea
- •ABCS e ABEGS apresentam pautas sanitárias da suinocultura ao novo diretor do departamento de Saúde Animal
- •Paraná deve colher 22,75 milhões de toneladas de soja em 2026/27, estima Deral
- •Focos de Newcastle não afetam negociação com a UE, diz secretário do Mapa
Com as novas aberturas, o agronegócio brasileiro soma 721 novos mercados desde o início de 2023, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).
Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária
























