Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Meio Ambiente

Amazônia em recuperação

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais diz que 20% de florestas desmatadas na Amazônia estão se recuperando.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou na última sexta-feira (28/08) os primeiros dados sobre a regeneração de áreas de florestas desmatadas na Amazônia. O levantamento preliminar do Inpe feito para o Amapá, Pará e Mato Grosso mostra que, em média, 20% da floresta derrubada está conseguindo se recompor.

Para o cálculo da área em regeneração, o Inpe considerou as áreas em que a floresta conseguiu crescer o suficiente para que os satélites identificassem a cobertura vegetal. O levantamento utilizou as imagens de 2007. No Pará, dos 233.399 quilômetros quadrados (km²) derrubados, cerca de 50 mil km² estavam em processo de regeneração, 22% do total.

No Amapá, o Inpe registrou um percentual de regeneração de 25%, com 619,7 km² de área em recuperação dos 2,4 mil km² desmatados no estado. Em Mato Grosso, do total de 201.798 km² desflorestados, 22,1 km² estão se regenerando, o equivalente a 11%.

Os dados mostram que o uso da terra é mais intenso em Mato Grosso, onde a floresta foi substituída por culturas agrícolas – principalmente a de soja – que no Pará, onde o desmatamento abre pastos para a pecuária, e as áreas de pastagem são abandonadas após alguns anos.

De acordo com o Inpe, o acompanhamento da recuperação da floresta vai permitir avaliar o tempo de vida da chamada vegetação secundária e monitorar o quanto de carbono as novas árvores absorvem.

Os números foram apresentados durante a inauguração do Centro Regional da Amazônia, nova unidade do Inpe, em Belém (PA). A ideia é que o centro gradativamente passe a concentrar o monitoramento e as pesquisas sobre a Amazônia feitas pelo instituto.

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