Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Meio Ambiente

Menos florestas

Desmatamento na Amazônia no mês de julho foi 93% maior, mostra Imazon.

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O desmatamento na Amazônia em julho foi 93% maior que o verificado no mesmo mês de 2008, de acordo com relatório divulgado hoje (01/09) pela organização não governamental (ONG) Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), que utiliza imagens de satélites, mostrou que houve a derrubada de pelo menos 532 quilômetros quadrados (km²) de florestas em julho. No mesmo mês do ano passado, a área derrubada foi de 276 km².

O levantamento da ONG é paralelo à estimativa oficial, calculada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que deve divulgar os números de julho ainda hoje.

De acordo com o Imazon, o desmate ficou concentrado no oeste do Pará, na região do entorno da BR-163 e da Terra do Meio, um conjunto de unidades de conservação, pressionado pelo avanço da pecuária. O estado foi responsável por 70% do desmatamento verificado em julho, com 372,4 km² a menos de florestas.

Mato Grosso aparece em seguida, com 64 km² (12% do total), e o Amazonas em terceiro, com 53 km² de derrubada no período (10%). Com poucas nuvens sobre a região, os satélites conseguiram observar 81% da Amazônia, segundo o relatório.

De acordo com o Imazon, pelo menos 18% dos novos desmatamentos verificados em julho ocorreram dentro de unidades de conservação, (UCs) que deveriam ser áreas protegidas da exploração ilegal de madeira. As UCs mais afetadas foram a Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu e as florestas nacionais de Altamira e do Jamanxim, todas no Pará.

Apesar do aumento do desmate em julho, os dados do Imazon apontam redução da derrubada entre agosto de 2008 e julho de 2009 em relação ao período anterior (agosto de 2007 a julho de 2008). Pelos números do SAD, o desmatamento acumulado até agora foi de 1.766 km², ante 5.031 km² do período anterior, o que corresponde a uma queda de 65%.

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