Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,32 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,54 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,10 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,04 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,07 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,38 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 197,27 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.289,02 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,38 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 175,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 177,24 / cx
Meio Ambiente

Fim do desmate custa até US$ 18 bi

Presidente da Unica, Marcos Jank, Brasil deve assumir a liderança nas discussões sobre o clima, pois tem matriz de baixo carbono.

Compartilhar essa notícia

Entre US$ 7 bilhões e US$ 18 bilhões até 2020. Esse é o custo estimado pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) para que o desmatamento do lado brasileiro da floresta tenha um fim. Mais do que um desembolso para os cofres públicos e privados, esses valores podem ser encarados como investimento. Isso porque, previsões do próprio Ipam apontam que a preservação da floresta amazônica poderia render entre US$ 70 bilhões e US$ 110 bilhões nos próximo dez anos na geração de créditos de carbono a serem negociados no mercado.

Esse valor poderia ser um importante incremento ao mercado de carbono já existente. No ano passado, os negócios com crédito de carbono movimentaram em todo o mundo US$ 128 bilhões.

Segundo o coordenador de pesquisa do Ipam, Paulo Moutinho, além do que o Brasil ainda pode ganhar com a preservação, o País precisa ser reconhecido por aquilo que já tem feito nos últimos anos. “Existem 47 bilhões de toneladas de carbono armazenadas na Amazônia brasileira. Estamos trabalhando de graça e precisaríamos do mínimo de reconhecimento internacional pelos esforços que estamos fazendo”, afirma Moutinho.

O desmatamento é o principal agente emissor de gás carbônico do Brasil o que coloca o país na lista dos cinco maiores emissores do mundo. É por esse motivo que na meta apresentada pelo governo a redução no desmatamento ocupa o topo da lista de compromissos a serem assumidos, com uma expectativa de corte de 80%.

Mas não é apenas com o desmatamento que o Brasil pode lucrar. Segundo o professor do Centro de Energia Nuclear na Agricultura, da Universidade de São Paulo (USP), Carlos Clemente Cerri, o agronegócio tem um potencial para reduzir entre 1,6 bilhões e 4 bilhões de toneladas suas emissões, que também poderiam ser transformados em créditos de carbono.

“Já temos tecnologia para isso. O que faltam são recursos para financiar algumas mudanças necessárias ao agronegócio para que o setor emita menos e consiga fixar carbono no solo”, afirma Cerri. As mudanças a que o professor se refere estão relacionadas à adoção do plantio direto na agricultura, aumento da colheita mecanizada da cana-de-açúcar e avanços na cadeia dos biocombustíveis, tanto no etanol quanto no biodiesel.

A meta de redução do desmatamento e das emissões no agronegócio e outros segmentos será apresentada pelo governo a partir da próxima segunda-feira, em Copenhague, na 15ª Conferência das Partes (COP 15). A delegação brasileira será composta por quase 600 pessoas e entre eles estarão representantes do agronegócio, como o presidente da Associação Brasileira de Agribusiness (Abag), Carlo Lovatelli, e da União das Indústrias de Cana-de-açúcar (Unica), Marcos Jank.

Em relação às expectativas para o encontro da próxima semana, tanto Lovatelli quanto Jank dizem não esperar grandes avanços. “Estou mais otimista depois do compromisso assumido pelos EUA e China, mas será preciso igualar todas as bases de comparação e talvez não haja tempo para isso”, afirma Lovatelli.

“Temos mais a ganhar do que perder em uma economia de baixo carbono, mas acredito que o encontro terá muita política e poucos resultados”, afirma Jank.

Assuntos Relacionados Brasil
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 70,32
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 122,49
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 127,91
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 9,64
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,61
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,54
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,10
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,04
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,07
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 173,38
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 174,89
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 191,38
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 197,27
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 163,71
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 187,34
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,24
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,27
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.289,02
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.156,38
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 200,45
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 175,07
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 160,48
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 177,24
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341