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Meio Ambiente

Fim do desmate custa até US$ 18 bi

Presidente da Unica, Marcos Jank, Brasil deve assumir a liderança nas discussões sobre o clima, pois tem matriz de baixo carbono.

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Entre US$ 7 bilhões e US$ 18 bilhões até 2020. Esse é o custo estimado pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) para que o desmatamento do lado brasileiro da floresta tenha um fim. Mais do que um desembolso para os cofres públicos e privados, esses valores podem ser encarados como investimento. Isso porque, previsões do próprio Ipam apontam que a preservação da floresta amazônica poderia render entre US$ 70 bilhões e US$ 110 bilhões nos próximo dez anos na geração de créditos de carbono a serem negociados no mercado.

Esse valor poderia ser um importante incremento ao mercado de carbono já existente. No ano passado, os negócios com crédito de carbono movimentaram em todo o mundo US$ 128 bilhões.

Segundo o coordenador de pesquisa do Ipam, Paulo Moutinho, além do que o Brasil ainda pode ganhar com a preservação, o País precisa ser reconhecido por aquilo que já tem feito nos últimos anos. “Existem 47 bilhões de toneladas de carbono armazenadas na Amazônia brasileira. Estamos trabalhando de graça e precisaríamos do mínimo de reconhecimento internacional pelos esforços que estamos fazendo”, afirma Moutinho.

O desmatamento é o principal agente emissor de gás carbônico do Brasil o que coloca o país na lista dos cinco maiores emissores do mundo. É por esse motivo que na meta apresentada pelo governo a redução no desmatamento ocupa o topo da lista de compromissos a serem assumidos, com uma expectativa de corte de 80%.

Mas não é apenas com o desmatamento que o Brasil pode lucrar. Segundo o professor do Centro de Energia Nuclear na Agricultura, da Universidade de São Paulo (USP), Carlos Clemente Cerri, o agronegócio tem um potencial para reduzir entre 1,6 bilhões e 4 bilhões de toneladas suas emissões, que também poderiam ser transformados em créditos de carbono.

“Já temos tecnologia para isso. O que faltam são recursos para financiar algumas mudanças necessárias ao agronegócio para que o setor emita menos e consiga fixar carbono no solo”, afirma Cerri. As mudanças a que o professor se refere estão relacionadas à adoção do plantio direto na agricultura, aumento da colheita mecanizada da cana-de-açúcar e avanços na cadeia dos biocombustíveis, tanto no etanol quanto no biodiesel.

A meta de redução do desmatamento e das emissões no agronegócio e outros segmentos será apresentada pelo governo a partir da próxima segunda-feira, em Copenhague, na 15ª Conferência das Partes (COP 15). A delegação brasileira será composta por quase 600 pessoas e entre eles estarão representantes do agronegócio, como o presidente da Associação Brasileira de Agribusiness (Abag), Carlo Lovatelli, e da União das Indústrias de Cana-de-açúcar (Unica), Marcos Jank.

Em relação às expectativas para o encontro da próxima semana, tanto Lovatelli quanto Jank dizem não esperar grandes avanços. “Estou mais otimista depois do compromisso assumido pelos EUA e China, mas será preciso igualar todas as bases de comparação e talvez não haja tempo para isso”, afirma Lovatelli.

“Temos mais a ganhar do que perder em uma economia de baixo carbono, mas acredito que o encontro terá muita política e poucos resultados”, afirma Jank.

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