Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Carnes

Sem relação

Estudo indica que comer menos carne de frango, suína ou bovina não causa nenhum efeito sobre o aquecimento global.

Sem relação

Cortar o consumo de carne diariamente não causa o menor impacto no combate ao aquecimento global. Esta é a conclusão de um estudo apresentado na 239th National Meeting of the American Chemical Society, nos Estados Unidos. Segundo o especialista americano Frank Mitloehner, relacionar a produção animal a este debate é “cientificamente impreciso e ainda confunde a sociedade que está em busca de soluções efizazes de combate às mudanças climáticas”.

Ele criticou a campanha americana “Menos carne às Segundas (Meatless Mondays)” e uma campanha europeia, chamada “Menos carne = menos calor (Less Meat = Less Heat)”, lançadas em 2009. “Nós certamente podemos reduzir nossa produção de gases que causam o efeito de estufa, mas não por consumir menos carne e leite”, disse Mitloehner. “Produzir menos carne e menos leite só vai resultar em mais fome nos países pobres.”

Para o especialista, os países desenvolvidos devem reduzir o consumo de petróleo e carvão na geração de eletricidade e  produção combustíveis para veículos. “O setor de transportes gera cerca de 26% de todas as emissões de gases de efeito estufa nos EUA, por exemplo, enquanto a produção agropecuária, que envolve a alimentação humana, gera cerca de 3%”, disse ele.

Por fim, ele defende que o combate ao aquecimento global deve ser centralizado em setores que realmente poluem e representam uma fatia significativa na emissão de gases. Não é o caso da produção animal, que envolve a avicultura, suinocultura e bovinocultura. As informações são do site internacional Pig Progress.

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