Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Carnes

Sem relação

Estudo indica que comer menos carne de frango, suína ou bovina não causa nenhum efeito sobre o aquecimento global.

Sem relação

Cortar o consumo de carne diariamente não causa o menor impacto no combate ao aquecimento global. Esta é a conclusão de um estudo apresentado na 239th National Meeting of the American Chemical Society, nos Estados Unidos. Segundo o especialista americano Frank Mitloehner, relacionar a produção animal a este debate é “cientificamente impreciso e ainda confunde a sociedade que está em busca de soluções efizazes de combate às mudanças climáticas”.

Ele criticou a campanha americana “Menos carne às Segundas (Meatless Mondays)” e uma campanha europeia, chamada “Menos carne = menos calor (Less Meat = Less Heat)”, lançadas em 2009. “Nós certamente podemos reduzir nossa produção de gases que causam o efeito de estufa, mas não por consumir menos carne e leite”, disse Mitloehner. “Produzir menos carne e menos leite só vai resultar em mais fome nos países pobres.”

Para o especialista, os países desenvolvidos devem reduzir o consumo de petróleo e carvão na geração de eletricidade e  produção combustíveis para veículos. “O setor de transportes gera cerca de 26% de todas as emissões de gases de efeito estufa nos EUA, por exemplo, enquanto a produção agropecuária, que envolve a alimentação humana, gera cerca de 3%”, disse ele.

Por fim, ele defende que o combate ao aquecimento global deve ser centralizado em setores que realmente poluem e representam uma fatia significativa na emissão de gases. Não é o caso da produção animal, que envolve a avicultura, suinocultura e bovinocultura. As informações são do site internacional Pig Progress.

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