Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Proposta na Assembleia Legislativa de MS pede suspensão de licença ambiental da JBS por mau cheiro

Saiba mais sobre a Proposta na Assembleia Legislativa de MS que visa suspender a licença ambiental da JBS devido a problemas com odor

Proposta na Assembleia Legislativa de MS pede suspensão de licença ambiental da JBS por mau cheiro

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final (CCJR) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul recebeu nesta quarta-feira (6) um Projeto de Decreto Legislativo que propõe a suspensão das licenças ambientais concedidas à JBS. A proposta é específica para a produção de farinha de ossos na unidade da empresa localizada na região do Imbirussu, em Campo Grande.

O projeto, de autoria do deputado estadual Pedrossian Neto, surgiu após novas denúncias de moradores sobre o mau cheiro persistente na região. Segundo o parlamentar, mais de 100 mil pessoas de bairros vizinhos à fábrica sofrem com o odor provocado por processos de decomposição e emissão de gases tóxicos. “É um cheiro insuportável, que tira o sono e a qualidade de vida da população. Já passou da hora de uma resposta firme do poder público”, afirmou o deputado.

O projeto prevê a suspensão das licenças até que o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de MS) comprove o cumprimento integral das recomendações feitas em relatórios técnicos do Ministério Público e da própria autarquia. Desde março deste ano, o Ministério Público Estadual já move uma ação civil pública cobrando medidas como a instalação de cortinas arbóreas, a revisão do sistema de exaustão e a melhoria no transporte dos resíduos. Para Pedrossian Neto, no entanto, essas exigências ainda não são suficientes para solucionar a gravidade do problema.

Referência: Capital News

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