Países criarão um grupo de trabalho conjunto.
França e EUA anunciam cooperação para evitar gripe aviária
Redação (07/02/06) – O Departamento de Saúde dos Estados Unidos e o Instituto Pasteur da França assinaram hoje um acordo de cooperação para formular um plano de combate à gripe aviária. O objetivo é evitar que haja uma pandemia da doença.
O acordo, que prevê o início da colaboração pelo sudeste asiático, foi firmado em Paris pela diretora do Instituto Pasteur, Alice Dautry, e pelo secretário adjunto de Saúde dos Estados Unidos, Alex Azar. Os dois órgãos criarão um grupo de trabalho conjunto com diversas funções.
O aumento das capacidades de vigilância, pesquisa, diagnóstico e combate às doenças infecciosas, a implementação de trocas de competências técnicas e a difusão de informações precisas sobre este tipo de doença serão as principais tarefas do grupo.
Leia também no Agrimídia:
- •Elias José Zydek, presidente da Frimesa, fala com exclusividade sobre a cadeia produtiva de suínos brasileira
- •Tendências da nutrição animal em Aquicultura; assista à entrevista com o gerente LATAM da Adisseo
- •Acesse o conteúdo exclusivo do webinar da TV Agrimídia com a professora Masaio; disponível para assistir e baixar
- •Webinar da Gessulli Agrimídia com a professora Masaio é hoje, às 15 horas
A ameaça de uma epidemia mundial de gripe exige um estudo global. O grau de preparação e o nível de resposta a uma pandemia são responsabilidades que devem ser compartilhadas disse Azar.
O funcionário americano ressaltou que a colaboração com a França “desenvolverá uma linha de ação internacional diante da eventualidade de uma pandemia nos países onde a gripe aviária atinge as aves, e onde foram constatados casos de contágio humano e mortes”.
Através de conferências científicas, formação de pessoal e intercâmbios de analistas, os signatários pretendem “melhorar o nível de preparação contra os riscos das doenças contagiosas, em particular as doenças respiratórias e a gripe”.
Dautry destacou que a gripe aviária faz parte de suas preocupações desde 2004, e que o instituto “reforçou consideravelmente seus instrumentos” para combater a doença.
Atualizando dados.
















