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USDA surpreende, e preços dos grãos disparam

O órgão americano, referência mais importante para a formação de preços das principais commodities agrícolas no exterior, reduziu em 7,73 milhões de toneladas sua projeção para os estoques finais globais de milho na safra 2007/08.

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Redação (14/01/2008)- "Esteja preparado para esperar o inesperado. Vem chumbo grosso pela frente". No fim de dezembro, era esse o cenário traçado por Antonio Sartori, da corretora gaúcha Brasoja, para o comportamento do mercado internacional de grãos em 2008. Pois a primeira grande surpresa do ano apareceu na sexta-feira, com a divulgação de mais um relatório mensal do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) sobre oferta e demanda de produtos agrícolas no país e no mundo.
Entre as estimativas que divulgou, o órgão americano, referência mais importante para a formação de preços das principais commodities agrícolas no exterior, reduziu em 7,73 milhões de toneladas – para 101,33 milhões – sua projeção para os estoques finais globais de milho na safra 2007/08. Trata-se de uma considerável "correção" de 7,1%, sobretudo se for levado em conta que o número anterior (109,06 milhões) foi divulgado há apenas um mês. E o ajuste refletiu mudanças no quadro doméstico dos EUA, que estão com a safra praticamente definida e do lado da oferta não poderia mais provocar fortes turbulências.
Pois o golpe que fez os preços do grão dispararem no mercado na sexta-feira veio do consumo americano, ainda que a produção projetada para o país tenha ficado 2,39 milhões de toneladas mais magra. Em dezembro, o USDA estimou a demanda dos EUA para a produção de ração em 143,52 milhões de toneladas. No relatório de sexta-feira, o volume projetado subiu para 151,14 milhões. No total, incluindo as compras para a fabricação de etanol, o consumo previsto em 2007/08 passou de 260,11 milhões para 266,84 milhões de toneladas, e os estoques finais caíram de 45,63 milhões para 36,52 milhões de toneladas. Em relação a 2006/07, é um volume ainda 10,3 milhões de toneladas maior.
"O mercado não esperava por isso", afirmou Vinícius Ito, da Fimat Futures. Em Chicago, que operou em polvorosa, os contratos do milho com vencimento em março registraram a maior valorização permitida em um único dia (20 centavos de dólar) e fecharam a US$ 4,95 por bushel, o maior patamar em 11 anos. Os papéis para maio também chegaram ao limite, romperam a barreira psicológica dos US$ 5 e encerraram o pregão a US$ 5,0625.
Como se tornou comum com o progressivo aumento da participação de fundos de investimento em Chicago, a soja subiu "de carona" com o milho – e subiu forte, mesmo com correções para baixo nos estoques globais e americanos dentro das expectativas. É fato que colaborou para a valorização a redução da previsão do USDA para a safra brasileira em 2007/08 – de 62 milhões para 60,5 milhões de toneladas, mas a principal influência foi mesmo o milho. O bushel da soja para entrega em março subiu 38,5 centavos de dólar (3,1%) e fechou a US$ 12,9875, um recorde histórico que deixou o pico anterior, de 1973 – não por acaso, um ano de choque do petróleo -, para trás.
O trigo também foi influenciado pelo milho, mas contou com outra força "altista": de acordo com o USDA, o aumento da área plantada nos EUA na safra de inverno deverá atingir menos da metade do volume estimado pelos analistas. A reação nas bolsas americanas foi forte. Em Chicago, os papéis para entrega em maio registrou a maior alta diária permitida (30 centavos de dólar) e fechou a US$ 9,2250.

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