A forma mais comum de disseminação é por partículas de solo contaminadas, propagadas pelo vento, por enxurradas, por pneus de tratores, por implementos agrícolas e torrões.
Ainda não há variedades de soja resistentes ao nematóide das lesões radiculares
Redação (06/02/2008)- De acordo com o pesquisador Cláudio Marcelo Oliveira, do Centro Experimental Central, do Instituto Biológico (IB), em Campinas (SP), ainda não há, no País, cultivar de soja resistente ao nematóide das lesões radiculares. Por isso, a rotação de culturas na safrinha torna-se ainda "mais imperiosa", segundo o professor Jaime dos Santos, da Unesp de Jaboticabal. "É a única forma de quebrar o ciclo da praga e evitar problemas na safra subseqüente."
DISSEMINAÇÃO
A forma mais comum de disseminação do nematóide das lesões, assim como ocorre com o nematóide de cisto, é por partículas de solo contaminadas, propagadas pelo vento, por enxurradas, por pneus de tratores, por implementos agrícolas e torrões. "Pode acontecer de o nematóide chegar por terra aderida contaminada, mas, normalmente, ele não se dissemina de forma muito veloz", diz o professor. A recomendação, portanto, é, desde que seja viável, lavar pneus que tenham rodado em áreas atacadas.
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O professor Jaime Santos estará, sexta-feira e sábado, em Sorriso (MT), para apresentar a palestra Nematóides têm solução? Qual?, durante a primeira etapa do TecnoCampo 2008. A programação completa do evento está disponível no site www.fundacaomt.com.br/tecnocampo.
INFORMAÇÕES: Unesp/Jaboticabal, tel. (016) 3209-2643; IB, tel. (019) 3251-0327





















