Atualmente, o consumo de carne suína em diversas partes do mundo é extremamente elevado.
Suinocultura busca expansão
Redação (26/03/2008)- Absoluto nas gôndolas internacionais e nas mesas das famílias chinesas, dinamarquesas, russas, entre outros países de grande consumo, o produto é hoje a carne mais consumida do mundo. Em dados numéricos, o setor representa 39% (FAO, 2005) de todo o consumo de carne mundial, seguido pela de aves e bovinos.
Entretanto, este quadro não se repete no mercado brasileiro. Seguindo a ordem inversa do restante do mundo, o Brasil tem na suinocultura sua terceira mais consumida fonte de proteína animal. Para se ter uma idéia, enquanto alguns dos países com os maiores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) e Produto Interno Bruto (PIB) do mundo registram um alto consumo per capita – por exemplo, Áustria (73,1 kg per capita), Espanha (67,4 kg), Alemanha (66,4 kg), Dinamarca (64,7 kg), Itália (42,9 kg) – no Brasil, o consumo não passa de 13 quilos. Deste número, a maior parte (60%) é de embutidos, segundo a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).
Curiosamente, contrapondo-se ao consumo, o Brasil detém hoje o quarto maior plantel suíno do mundo, com um rebanho superior a 37 milhões de cabeças que, em 2007, foi responsável por uma produção de 3 milhões de toneladas.
Destaque especial para a região Sul. O Estado de Santa Catarina lidera o ranking dos maiores produtores de suínos do país com 8,9 milhões de cabeças.
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