Mudança de hábito em função da maior renda estimula demanda.
Emergentes terão forte incremento no consumo de carnes
Redação (22/04/2008)- A demanda por carnes será mais aquecida, principalmente, nos países emergentes, onde há aumento da renda e mudança de hábitos alimentares. Com base em dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e alimentação (FAO), a Scot Consultoria prevê incremento de 26% no consumo de carne bovina, 28% de suína e 29% de frango até o ano de 2016. Já nos países mais ricos, o consumo estaria próximo do limite, com expectativa de consumo até 5% maior no período.
– Os números mostram que em países mais pobres não existe discriminação no consumo de proteína. Em todos os tipos vai crescer – constatou Alcides Torres, diretor da Scot Consultoria, em entrevista ao Agribusiness Online, nesta terça-feira, dia 22.
Mais produção em menos área
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Na avaliação de Alcides Torres, a expectativa para a cadeia produtiva da pecuária é de produzir mais em áreas menores. Segundo o diretor da Scot Consultoria, é possível já que o custo para aumento de produtividade na pecuária é mais baixo que em culturas como a de soja.
O consultor contesta também a polêmica envolvendo a produção de bioenergia e de alimentos. No caso do Brasil, ele analisa que há espaço suficiente para as duas cadeias produtivas.
– Agricultura moderna, e essa é a vocação do brasileiro, é produzir alimentos e energia no campo.
Atualizando dados.
















