Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,14 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,53 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,59 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,89 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.158,45 / t
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Indústria de alimento já sente impacto da alta dos insumos

O choque nos custos levou a redução do Indicador do Nível de Atividade (INA) do setor em 0,6% no mês de março comparado a fevereiro.

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REdação (30/04/2008)- O aumento dos preços das commodities agrícolas já bateram às portas das indústrias de alimentos paulistas. O choque nos custos levou a redução do Indicador do Nível de Atividade (INA) do setor em 0,6% no mês de março comparado a fevereiro, já com ajuste sazonal, conforme levantamento divulgado ontem pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Em relação a março de 2007, a queda chegou a 2,6%. No acumulado do primeiro trimestre de 2008, houve redução de 1,1% em relação a igual período do ano passado.
Segundo diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da FIESP, Paulo Francini, os dados mostram que ao mesmo tempo em que o IPC subia a demanda caía e o INA acompanhava a queda.

No total, o nível de atividade da indústria paulista em março registrou queda de 4,3%, com ajuste sazonal, em relação a fevereiro deste ano. Comparado a março do ano passado, porém, foi 3,5% superior. Já no primeiro trimestre do ano, o INA acumula um crescimento robusto de 8,5% em relação a igual período de 2007. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice totaliza 7,2% de alta.

A queda registrada em março, conforme a Fiesp, deve-se a mudanças nas médias de comparações entre fevereiro e março. Isso porque este ano foi bem atípico. Por ser bissexto, a média de dias úteis de fevereiro passou de 18 para 19 dias. Já o grande número de feriados em março reduziu essa média de 22,5 para apenas 20.

"O fato de o índice dessazonalizado ter ficado abaixo não significa uma redução efetiva, mas sim relativa", explica Francini, acrescentando que houve um crescimento sim, mas menor do que o de costume, "daí a queda". Só para se ter uma idéia, a média de crescimento sem ajuste sazonal, de 5,9% em 2008, é a mais baixa dos últimos seis anos.

Máquinas e equipamentos continua mantendo em março o mesmo crescimento vigoroso dos últimos meses, encerrando o trimestre com alta 13% sobre 2007 e acumulando 14,6% de aumento nos últimos 12 meses, bem acima da média de 7,2% da indústria como um todo. "Máquina continua bem acima do INA e sem sinais de reversão, num indicador claro dos investimentos", acrescenta Francini.

A pesquisa da Fiesp já demonstra que o Nível de Utilização de Capacidade Instalada (NUCI) de alguns setores já começam a chegar ao limite. Caso da indústria de veículos automotores, que utilizou em março 94,1% de sua capacidade, ante os 90,6% de fevereiro e os 85,9% registrado em março de 2007. Já a indústria de refino de petróleo, combustíveis e produção de álcool está usando 91,8% da capacidade, abaixo dos 97,6% registrados em março de 2007 e dos 93,3% de fevereiro. "O fato de estar num alto nível de utilização não ruim, porque mostra que estamos num ritmo virtuoso que induz novos investimentos. Só é preciso esperar a maturação destas aplicações", explica o economista da Fiesp.

Segundo Francini, os números do primeiro trimestre mostram que a indústria continua num bom momento e a pesquisa Sensor, realizada pela entidade, demonstra que deve continuar assim. "Os números do Sensor demonstram que o desempenho não causa preocupação". diz.

Outro setor que teve o comportamento destacado pela Fiesp foi o de Máquinas, Aparelhos e Materiais Elétricos, que caiu 7,1% em março, comparado a fevereiro de 2008, com ajuste sazonal. No trimestre, porém, o segmento totaliza alta de 27,3%, ante 2007, acumulando alta de 7,5% nos últimos 12 meses. "O setor teve forte alta durante a vigência do Programa Luz para Todos, em 2005, e agora voltou a crescer com a recuperação da construção civil e a ampliação das redes de energia elétrica", explica Paulo Francini, do Depecon da Fiesp.

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