Já situação da Argentina reduz a oferta de soja e seus derivados no mercado mundial.
Excesso de umidade marca produção de milho.
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Redação (02/06/2008)- O preço futuro do milho acumulou baixas na última semana, mas as perdas foram praticamente anuladas pela alta de sexta-feira. A umidade excessiva em áreas do Meio-Oeste americano pode afetar a produtividade, o que impulsionou as cotações, disseram analistas à Bloomberg. Na bolsa de Chicago, os contratos para setembro avançaram 17,25 cents, a US$ 6,1250 por bushel – na semana, a baixa foi de 0,04%. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) apresenta hoje novo levantamento sobre as condições das plantações, e a expectativa é que o resultado aponte desempenho abaixo da média dos anos anteriores. No mercado interno, o preço da saca de 60 quilos encerrou a sexta-feira a R$ 25,78, alta de 0,09%, mas recuou 5,87% em meio, segundo o índice Esalq/BM&F.
Os protestos dos produtores rurais argentinos contra o aumento de impostos sobre exportações devem ser mantidos, segundo sentimento que dominou os negócios na sexta-feira nas bolsas americanas e que teve influência direta sobre a alta da commodity, disseram analistas à Bloomberg. A situação da Argentina reduz a oferta de soja e seus derivados no mercado mundial, o que aumenta a demanda pela produção americana. Na bolsa de Chicago, os contratos de soja com vencimento em agosto subiram 40,50 centavos de dólar, para US$ 13,6875 por bushel. Na semana, a alta foi de 1,1%. No mercado doméstico, a saca de 60 quilos encerrou com queda de 1,44%, a R$ 44,39, segundo o índice Cepea/Esalq. A saca encerrou o mês de maio com baixa acumulada de 0,47%.
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