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Plantas ativas poderão substituir antibióticos em suínos e aves

O trabalho desenvolvido utiliza os rigores científicos e se mostra como uma linha de pesquisa promissora.

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Redação (10/06/2008)- Segundo a Embrapa uma nova linha de pesquisa iniciou recentemente na Embrapa Suínos e Aves (Concórdia/SC), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e surge como alternativa e oportunidade às cadeias de produção animal.

Trata-se da avaliação de plantas ativas para substituição dos antibióticos promotores de crescimento visando a melhoria do desempenho de suínos e aves.

"Hoje, uma das grandes preocupações da sociedade é em relação a segurança dos alimentos e a pesquisa deve estar atenta a todas as possibilidades”, comentou o pesquisador Gerson Scheuermann, que também aponta a atividade de plantas para fins terapêuticos, profiláticos ou melhorador do desempenho de animais como pouco explorada com a devida abordagem científica para a Embrapa.

O investimento nessa área de pesquisa apresenta duas principais justificativas. Primeiro, as recentes restrições ao uso de antibióticos promotores de crescimento (APC) na produção animal que surgiu na Europa e que tem afetado o mercado internacional de produtos cárneos.

A outra é que o sistema intensivo de animais de criação responde favoravelmente a substâncias dessa natureza. Aliado a isso, a vasta biodiversidade brasileira oportuniza a busca por produtos à base de plantas ativas para aplicação nas cadeias produtivas. Assim, de acordo com o pesquisador, surgiu a idéia de se elaborar um projeto para avaliar o potencial de plantas frente a microorganismos de potencial impacto na cadeia produtiva de frangos.

Pesquisa – De acordo com o químico Anildo Cunha, componente da equipe, foram selecionadas plantas que apresentam atividade comprovada cientificamente ou que são de uso na medicina popular, num total de 20 espécies vegetais da flora regional sul do Brasil.

"Quatro apresentaram potencial nas avaliações em laboratório e serão submetidas a estudos mais detalhados, inclusive testes de desempenho animal, no decorrer deste ano", explicou o químico para a Embrapa.

O trabalho desenvolvido utiliza os rigores científicos e se mostra como uma linha de pesquisa promissora.

"A execução do projeto indica que temos condições favoráveis de laboratório e de pessoal para pesquisas básicas direcionadas à viabilização do uso de extratos vegetais na produção animal. Para a continuidade desse trabalho precisamos formalizar parcerias para o fortalecimento da área. Já está claro para a cadeia produtiva que a identificação de extratos vegetais com efeitos positivos sobre a produção animal representa grande passo para a elaboração, com base científica, de novos produtos convencionais utilizados na melhora do desempenho dos frangos de corte", afirmou o pesquisador Gerson.

Aditivos – O uso dos antibióticos promotores de crescimento tem como objetivo melhorar o desempenho zootécnico das aves, sendo administrados em doses sub-terapêuticas como aditivos nas rações.

"Eles são usados em dosagens mínimas nas rações e não são hormônios. Porém, a resistência quanto ao seu uso é cada vez maior. Hoje, a demanda é pelo natural, apesar de termos um estilo de vida bem urbano, de certa forma artificial", explicou Gerson.

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