O montante de R$ 899,9 mil foi repassado pelo Ministério como parte do projeto Agropólos Sul Fronteira.
Municípios atingidos pela aftosa recebem recursos do Mapa
Redação (13/06/2008)- Regiões produtivas de oito cidades do Mato Grosso do Sul impactadas pela febre aftosa serão beneficiadas com recursos da ordem de R$ 899,9 mil. O montante foi repassado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) como parte do projeto Agropólos Sul Fronteira, que tem por objetivo incrementar os pólos de atividade agropecuária, atingidos pela aftosa, nas áreas de fronteira do estado com o Paraguai.
O projeto será implementado nos municípios de Eldorado, Mundo Novo, Tacuru, Itaquiraí, Japorã, Paranhos, Sete Quedas e Iguatemi, abrangendo uma faixa de fronteira de trinta quilômetros de extensão, ao longo dos oito municípios do Mato Grosso do Sul. Para o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Mapa, Márcio Portocarrero, a iniciativa é de vital importância para o desenvolvimento do agronegócio nas localidades envolvidas.
“O Governo Federal, junto ao governo do Mato Grosso do Sul, assumiu o compromisso de buscar alternativas para substituir a atividade pecuária daquelas regiões atingidas pela aftosa e encontrar soluções de trabalho e renda para os produtores”. O recurso liberado pelo Mapa foi repassado à Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar), entidade ligada à Federação de Agricultura e Pecuária do MS (Famasul). A Funar é parceira no projeto e entra com uma contrapartida de R$ 100,1 mil.
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Agropólos – As ações para as regiões de fronteira com o Paraguai foram anunciadas no dia 9 de junho, durante o Seminário de Lançamento do Projeto Agropólos de Campo Grande. Trata-se de uma outra iniciativa do Mapa que objetiva a criação de modelos sustentáveis de produção para a zona rural do município de Campo Grande (MS). Projeto semelhante está se desenvolvendo em outros nove estados brasileiros.
O secretário Portocarrero, que participou do lançamento, informou que o Mapa vai liberar cerca de R$ 200 mil para a realização de um diagnóstico econômico, social, tecnológico e de potencialidades da zona rural do município. “A etapa seguinte é atrair outros parceiros, junto com a indústria de transformação de alimentos, e implementar todas as ações apontadas pelo diagnóstico”, disse.





















