Empresa apresenta soluções cada vez mais eficazes, que não comprometam os resultados para o produtor e atendam às exigências do consumidor em relação à qualidade da carne.
Lançamento da Pfizer atende demandas do consumidor moderno
Redação (20/06/2008)- A tendência mundial no mercado consumidor, liderada pela Europa, é a da redução da quantidade de antibióticos usados na produção animal. Para atender esta demanda, são criadas técnicas inovadoras que impactam diretamente na produtividade de forma sustentável, sem contaminar o ambiente e sem deixar resíduos na carne.
A Pfizer apresenta soluções cada vez mais eficazes, que não comprometam os resultados para o produtor e atendam às exigências do consumidor moderno em relação à qualidade da carne. Com base nestes conceitos, a empresa lança Draxxin, primeiro antibiótico de extra-longa ação, aplicado em dose única injetável, indicado para prevenção e tratamento de doenças respiratórias em suínos. “O medicamento protege o animal por até 15 dias – diferentemente dos produtos convencionais, que agem em média de 24 a 48 horas após a aplicação“, explica Ângelo Melo, gerente da Unidade de Negócios de Suínos e Aves da empresa. O período prolongado de proteção oferecido por Draxxin é um grande diferencial do produto, pois evita que o animal volte a ficar doente (recidiva) cerca de cinco dias após ser medicado, fato que ocorre com freqüência e causa grande impacto na produção e bem-estar dos suínos.
“Com extra-longa ação e alto perfil de segurança, o medicamento atinge rápida e alta concentração nos pulmões dos suínos, podendo ser aplicado desde o nascimento até cinco dias antes do abate”, diz Melo. Utilizado nos Estados Unidos, em países da Europa e da América Latina, Draxxin é composto por uma substância semi-sintética (tulatromicina), que pertence a uma nova subclasse de antibióticos, os chamados triamilídeos. “Essa molécula foi desenvolvida exclusivamente para uso veterinário, uma tendência no setor de saúde animal liderada pela Pfizer”, revela Melo. Além disso, “a metafilaxia, que significa o tratamento dos animais doentes e dos outros que conviveram com o mesmo, em caráter de prevenção, associada à terapia injetável, garante tratamento eficaz em todos os animais e faz com que apresentem melhor resposta terapêutica e produtiva”, finaliza.
Leia também no Agrimídia:
- •Elias José Zydek, presidente da Frimesa, fala com exclusividade sobre a cadeia produtiva de suínos brasileira
- •Tendências da nutrição animal em Aquicultura; assista à entrevista com o gerente LATAM da Adisseo
- •Acesse o conteúdo exclusivo do webinar da TV Agrimídia com a professora Masaio; disponível para assistir e baixar
- •Webinar da Gessulli Agrimídia com a professora Masaio é hoje, às 15 horas
As doenças respiratórias estão entre as mais prevalentes na produção de suínos e são causadas por uma série de fatores – infecciosos, ambientais, sanitários e de manejo. O impacto econômico relacionado aos problemas respiratórios é bastante sério, recaindo sobre os produtores. A pneumonia suína, por exemplo, pode provocar entre 3% e 8% de queda de desempenho no ganho de peso por animal produzido no Brasil*. Atualmente, tais perdas representam de R$ 4,00 a R$ 10,00 de prejuízos por suíno.





















