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Exportação

Bom desempenho nas exportações

Para o governo, apesar do recuo de 23,8%, vendas externas do Brasil estão melhores do que em vários países emergentes.

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O secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, destacou hoje que, apesar da crise global, o desempenho das exportações brasileiras foi melhor do que o de vários países emergentes, no acumulado do ano até julho. Ajudou o fato de o Brasil ter forte presença em produtos de básicos (commodities), além da mudança na ordem dos principais parceiros.

No Brasil, as vendas externas recuaram 23,8% em relação aos sete primeiros meses de 2008. A queda foi maior no Japão (44%), na Rússia (38%), no México (31%), na India (27%) e na Coreia (24%), na mesma base de comparação.

As exportações brasileiras de produtos industrializados, que representam 55,4% do total, registraram queda de 30,8% até julho, sendo baixa de 31,1% entre os manufaturados e de 29,8% para os semimanufaturados.

Já as vendas de básicos diminuíram apenas 10,6%, em especial por forte produção e venda de soja. Para o segundo semestre, Barral destaca que ainda há muito açúcar refinado e soja para serem embarcados.

Segundo o secretário do do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, é natural que, em momentos de crise, os produtos básicos sofram menos queda de demanda e acabem sustentando o saldo comercial.

Ele lembrou que, “no olho da crise”, em janeiro último, com o encolhimento da indústria, as exportações de manufaturados caíram 40,4% sobre dezembro de 2008. Tal segmento só vai se recuperar com a melhora dos principais mercados industrializados, justamente os mais afetados pela crise, e cuja saída manifesta-se “ainda de forma muito lenta”, disse Barral.

“A crise lá fora distorceu o ritmo do aumento das vendas brasileiras, mudando destinos tradicionais de nossas exportações”, prosseguiu ele.

Este ano, a China suplantou os Estados Unidos e passou a ser o principal destino das mercadorias e serviços brasileiros. De forma que as compras dos chineses fizeram com que a Ásia fosse o único bloco a registrar crescimento geral das exportações, de 9,5% sobre janeiro a julho de 2008.

Para a China, as exportações cresceram 25,9% na mesma comparação, com a participação na pauta total das vendas brasileiras subindo de 9% para 14,8%. Por bloco, a fatia da Ásia aumentou de 18,7% para 26,9%, em igual comparação.

Epicentro da crise financeira global, os Estados Unidos compram agora 10,2% das exportações brasileiras, ante 14,4% um ano antes. As exportações para os EUA tombaram 46% de janeiro a julho, na comparação com o mesmo período de 2008.

Houve diminuição também do peso da vizinha Argentina, de 9,3% para 7,1%, para onde as vendas brasileiras caíram 41,7%. Como bloco, a fatia do Mercosul recuou de 11,4% para 9%, enquanto a União Europeia ficou com uma participação de 22,7%, ante 24,3%.

A balança comercial foi superavitária em US$ 16,913 bilhões de janeiro a julho deste ano, com exportações de US$ 84,095 bilhões e importações em US$ 67,182 bilhões (queda de 29,9%). No acumulado de 12 meses, o saldo atingiu US$ 27,118 bilhões, sendo que as exportações somaram US$ 170,942 bilhões e as importações, US$ 143,824 bilhões.

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