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Economia

Crédito em alta

Crédito para custeio flui em ritmo acelerado. Bancos operadores apontam alta de 26% nos desembolsos nos primeiro quadrimestre da safra.

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Os produtores rurais brasileiros aproveitaram o aumento da oferta de crédito oficial a juros baixos para contratar mais financiamentos de custeio e comercialização na nova safra (2009/10).

Os bancos operadores do crédito rural apontam elevação de 26% nos desembolsos do primeiro quadrimestre do ano-safra, iniciado em julho. Foram emprestados aos produtores empresariais R$ 5,3 bilhões a mais que no mesmo período do ciclo 2008/09. Os agricultores familiares também aproveitaram os benefícios e contrataram um adicional de R$ 677 milhões (aumento de 18%) nesta safra.

Na soma de crédito de custeio, comercialização e investimento, o setor rural já contratou quase um terço dos recursos disponíveis para o atual ciclo produtivo. Os bancos financiaram, até outubro, R$ 34,13 bilhões ao setor – resultado 26% superior ao verificado na safra 2008/09. “A elevação dos tetos de recursos a juros controlados [subsidiados pelo Tesouro Nacional] e a redução dos custos de produção influíram nesse resultado”, explica o diretor de Agronegócios do Banco do Brasil, José Carlos Vaz.

Ao mesmo tempo, a demanda por crédito de recursos a juros livres nos bancos contraiu-se 32%, de R$ 1,27 bilhão para R$ 865 milhões no período. “É que os bancos passaram a emprestar mais ao crédito imobiliário”, explica o diretor da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Ademiro Vian. E as operações de aval e compra de Cédulas de Produto Rural (CPRs) caíram 12,5%. “O aval é concentrado em operações para o café, mas o segmento vive um momento de renegociações e os leilões tiveram queda por falta de liquidez”, diz.

Os dados compilados pelo Ministério da Agricultura mostram alta de 22% nos desembolsos das operações com juros subsidiados (6,75% ao ano) pelo Tesouro. No item “recursos obrigatórios”, foram emprestados R$ 12,52 bilhões (31,5%) até outubro. Os financiamentos com fonte na poupança rural recuaram 3%. “Isso ocorreu porque o governo trocou a equalização pela alteração no ponderador, o que permitiu aos bancos aumentar o cumprimento das ´exigibilidades´ rurais”, explica Vian. Assim, o banco pode cumprir aplicar dinheiro no setor com celeridade.

A nova safra também assiste à retomada das operações na linha Proger Rural, dedicada à classe média do campo. Em quatro meses, os bancos aplicaram quase oito vezes mais do que na safra anterior, passando a R$ 1,17 bilhão. Essa linha foi considerada uma prioridade do governo na nova safra.

Os empréstimos para operações agroindustriais também cresceram quase seis vezes na atual safra. O BB desembolsou R$ 1,7 bilhão nesta linha. A maior parte foi para compensar a baixa aplicação na linha de crédito agroindustrial criada para dar capital de giro ao segmento em plena crise financeira global de 2008. A Procer teve só R$ 512,5 milhões – 5% do disponível – desembolsados até outubro.

As operações de investimento seguem em ritmo lento. Foram aplicados apenas 22% dos R$ 14,5 bilhões ofertados. Apenas os programas Prodecoop (cooperativas) e Produsa (agricultura sustentável) tiveram boa performance. Todas as demais linhas registraram forte recuo nos desembolsos.
 

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