Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Exportações de frango ensaiam recuperação

O enxugamento da oferta, feita pelos produtores que reduziram alojamento de pintos, e pelas exportações em recuperação, ajudaram a elevar os preços pagos ao produtor.

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Redação (13/02/2009)- Desde novembro, os exportadores de carne de frango deixaram de faturar US$ 142 milhões com exportações em queda. Mas, depois de novembro e dezembro também com recuo em volumes, o setor teve em janeiro alguma recuperação neste indicador. Foram embarcados no mês 257 mil toneladas de carne de frango, 1,5% mais que em janeiro de 2008. O enxugamento da oferta, feita pelos produtores que reduziram alojamento de pintos, e pelas exportações em recuperação, ajudaram a elevar os preços pagos ao produtor. Há quinze ou vinte dias, o quilo do frango vivo valia R$ 1,60, valor que atualmente está em R$ 1,80, segundo dados da União Brasileira de Avicultura (UBA).

No entanto, a incerteza sobre a economia ainda mantém o setor em alerta. A expectativa é de que no mês de fevereiro o setor reduza o volume de aves alojadas para 410 milhões, 17% de recuo em relação aos 496 milhões de outubro. De acordo com dados da Associação dos Produtores de Pintos de Corte (Apinco), São Paulo é um dos estados que mais reduziu alojamento. Em setembro bateu o recorde de 77 milhões alojados e, em janeiro, registrou cerca de 60 milhões, retração de 22%.Um analista do setor explica que o recuo mais forte em São Paulo e, em parte resultado da consciência do setor de que é necessário diminuir a oferta, mas também de dificuldades peculiares que a atividade neste estado atravessa. "As granjas em São Paulo têm estruturas de investimentos diferentes das do Sul do País. Elas ampliam mais com capital próprio o que, em momento de escassez de crédito, as deixam mais fragilizadas que as do Sul, que investem com financiamento de longo prazo", detalha o analista.

Além da Frango Sertanejo, que entrou em recuperação judicial no final do ano passado, por falta de capital de giro para continuar a atividade, outras empresas do estado estão em dificuldades, explica o analista.

No Paraná, onde os custos de produção são menores do que em São Paulo, há mais resistência em reduzir o número de pintinhos alojados. O presidente da UBA, Ariel Mendes, afirmou nesta semana que muitas empresas do setor estão "otimistas e equivocadas" ao não cumprirem suas metas de recuar em 20%. Segundo ele, a retração de compra permanece nos mercados russo, japonês, além de em países, como Arábia Saudita e Hong Kong.


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