Mapa encerra quinta (26/11), em Manaus (AM), ciclo de palestras explicativas para exportação do agronegócio.
AM tem Seminário Agroex
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) encerra em Manaus (AM), nesta quinta-feira (26/11), o ciclo 2009 de palestras que ensinam agentes do agronegócio brasileiro a colocar produtos no mercado internacional. O Seminário do Agronegócio para Exportação (AgroEx) entra na sua 30ª edição, com programação na Feira Internacional da Amazônia (Fiam). As palestras acontecem entre 9 e 13h30, no Studio 5 – Centro de Convenções.
Além das palestras proferidas por especialistas sobre as oportunidades para as exportações agropecuárias do Brasil, as exigências sanitárias e fitossanitárias internacionais e as formas de agregar valor ao produto comercializado no exterior, o AgroEx vem com dois temas atuais para os produtores da região: o impacto das variações climáticas no agronegócio e a inserção dos produtos da Amazônia no mercado internacional.
Os participantes vão conhecer a integração contratual como estratégia eficiente de acesso ao comércio externo e linhas e programas de financiamento. Casos de sucesso de empresas amazonenses que já vendem seus produtos a outros países também serão apresentados durante o seminário.
Leia também no Agrimídia:
- •Roberto Cano de Arruda é homenageado em Itu e reforça legado na suinocultura paulista
- •Diálogo entre setor público e privado impulsiona cadeias produtivas de suínos, aves e peixes em MS
- •Sanidade e Agropecuária: Reino Unido intensifica combate à importação ilegal de carne e reforça medidas de biossegurança
- •Avicultura e Exportação: influenza aviária redefine comércio global de frango nos EUA sem colapso dos mercados
Exportações – O Amazonas ocupa, atualmente, a 21ª posição no ranking de estados brasileiros exportadores do agronegócio, com arrecadação de US$117,3 milhões entre janeiro e outubro de 2009. A pauta está concentrada nas preparações para a elaboração de bebidas e nos refrigerantes, num total de US$ 104,4 milhões, seguidos pela castanha-do-pará, com US$ 3,8 milhões, e produtos florestais, que somaram US$ 3,4 milhões no período.





















