Governo abriu mercado brasileiro para um laboratório privado Biogénesis Bagó da Argentina. Primeiro lote já é comercializado.
Brasil importa vacinas contra aftosa
O chanceler argentino, Jorge Taiana, manifestou na quinta-feira (12/11) sua “grande satisfação” pela abertura do mercado brasileiro às vacinas contra a febre aftosa produzidas por um laboratório privado da Argentina.
“Temos a grande satisfação e a alegria de ver nisto um exemplo da interação entre o público e o privado”, disse Taiana.
O chanceler destacou que se trata do “resultado de uma longa tramitação, que passou por distintas etapas e envolveu o interesse específico da presidente da Nação, Cristina Fernández de Kirchner”.
Leia também no Agrimídia:
- •Conflito no Oriente Médio deve pressionar custos e alterar fluxos globais da suinocultura, aponta Rabobank
- •Plataforma digital impulsiona capacitação na suinocultura canadense e amplia eficiência produtiva
- •Exportações em alta e preços em queda pressionam a suinocultura brasileira em 2026
- •Preços do suíno vivo e da carne acumulam terceira semana de queda no Brasil
Segundo Taiana, a presidente Kirchner tinha solicitado em março passado, durante um encontro com Luiz Inácio Lula da Silva, a abertura do mercado brasileiro para as vacinas.
Segundo a ministra argentina da Indústria e Turismo, Débora Giorgi, a gestão de Kirchner “permitiu solucionar em nove meses um tema que vinha se arrastando por 11 anos…”.
Giorgi destacou que a Argentina exportou no ano passado 70 milhões de dólares no setor e que a abertura do mercado brasileiro permitirá duplicar o volume de exportações para o continente americano, que atualmente é de 10 milhões de dólares.
Taiana precisou que o fabricante da vacina é o laboratório Biogénesis Bagó.
O primeiro lote de vacinas, de 2,2 milhões de doses, já está sendo comercializado no Brasil, revelou Alejandro Gil, diretor da Biogénesis-Bagó.





















