Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Mercado

Preços do suíno vivo e da carne acumulam terceira semana de queda no Brasil

Demanda interna enfraquecida e maior oferta pressionam cotações, enquanto exportações avançam em ritmo recorde em abril

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Preços do suíno vivo e da carne acumulam terceira semana de queda no Brasil

O mercado brasileiro de suínos segue pressionado, com registro da terceira semana consecutiva de queda nas cotações do animal vivo e da carne. Dados divulgados pelo Cepea nesta quinta-feira (23) indicam que o movimento é impulsionado principalmente pela combinação entre demanda doméstica enfraquecida e maior oferta no mercado interno.

Segundo o levantamento, as desvalorizações mais intensas foram observadas nas praças da região Sul, importante polo da produção suinícola nacional. O aumento da disponibilidade de animais para abate, aliado ao consumo interno abaixo do esperado, tem dificultado a sustentação dos preços ao longo das últimas semanas.

Pesquisadores do Cepea destacam que, mesmo com estratégias de escoamento da produção, o cenário doméstico ainda é de fragilidade. A demanda interna segue aquém do necessário para absorver o volume ofertado, mantendo a pressão negativa sobre o mercado.

Por outro lado, o desempenho das exportações brasileiras de carne suína continua em destaque. De acordo com a Secex, na parcial de abril, a média diária de embarques alcançou 6,2 mil toneladas, o maior patamar da série histórica e 3,3% superior ao registrado em março.

Apesar do avanço nas vendas externas, o impacto sobre o mercado interno ainda é limitado. Isso porque, conforme ressaltam os analistas do Cepea, as exportações representam entre 25% e 30% da produção nacional de carne suína.

Nesse contexto, ainda que o ritmo recorde de embarques contribua para reduzir a disponibilidade interna, não tem sido suficiente para reverter a tendência de queda nos preços. O comportamento da demanda doméstica segue como principal variável a ser observada para uma possível recuperação das cotações no curto prazo.

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